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Monday, November 21, 2011

My daily SharePoint frustration - XXI

Scenario: in a site with both forms and NTLM authentication, a user would add a List View Web Part to the page. The user would try to delete a document from it and an error appeared on the browser:



The security validation for this page is invalid. Click Back in your Web browser, refresh the page, and try your operation again.


What I tried:
  I tried to add this to the custom master page (just before the closing form tag):



        

It didn't work. I saw no difference in the source html. And I noticed that the form digest information was always there, regardless.
  I also tried to add to the existing code behind of the custom master page:

  protected override void OnInit(EventArgs e)
        {
            if (Page.IsPostBack) // custom stuff 
           {
                Microsoft.SharePoint.Utilities.SPUtility.ValidateFormDigest();
            }

It didn't work.

I tried to remove my customized master page and to use an out-of-the-box SharePoint master page. The problem was still there. I then tried to use an out-of-the-box page layout. The problem was still there. I tried to create a brand new out-of-the-box web application. The problem was not there. I then went back to web site where the problem was happening and began to comment out the http modules in web.config - trying different combinations to isolate the HTTP module. And I zoomed in to one module. I also changed the order of the http modules. Still, the same http module was the one.
Even after I found the faulty http module, it was not easy to isolate the problem.  I had to comment out the different conditions until I isolated SPContext.Current. 

Solution:

( It depends on your environment... It may not be applicable to you )  
Changing the HTTP module so that the evaluation of SPContext.Current only happens after the verification that the current handler is a Page. :

   public class MyMengaoModule : IHttpModule

        public void Init(HttpApplication context)
        {
            context.PreRequestHandlerExecute +=
            new EventHandler(ContextPreRequestHandlerExecute);
        }

        void ContextPreRequestHandlerExecute(object sender, EventArgs e)
        {
            Page page = HttpContext.Current.CurrentHandler as Page; // new stuff

            if (page == null)
            {
                return;
            }

            if (SPContext.Current != null && SPContext.Current.Site != null && SPContext.Current.Site.Zone == SPUrlZone.Internet) // as it was before
            ...

Time it took me to fix the problem: 3 days of work...


Wednesday, November 16, 2011

Permission mask utility for SharePoint (2010)

Here is an utility for translating permission masks in hex to SPBasePermissions values.Click below to download.





The core of the thing:

private void button1_Click(object sender, EventArgs e)
        {
            string userValue = textBox1.Text;
            listBox1.Items.Clear();
            long valueOriginal = long.Parse(userValue, NumberStyles.AllowHexSpecifier);
            long value = valueOriginal;
            int rbit = 0;
            do
            {
                int i = (int)(value % 2);
                long bitcheck = 1 << rbit;
                if (i > 0) // it matches
                {
                    string name = "" + ((SPBasePermissions)bitcheck);
                    string formatString = String.Format("{0,10:X}", bitcheck);
                    Console.WriteLine(name + " " + formatString);
                    listBox1.Items.Add(name + " " + formatString);
                }

                value = value >> 1;
                rbit++;
            } while (value > 0);
        }

A screenshot:

Monday, November 14, 2011

My daily SharePoint frustration - XX

(With SharePoint 2010)

The actions:
 - I edited a page to add a document library to it. When I tried to click on an item's menu (the ECB), I got an error dialog  saying "This item is no longer available. It may have been deleted by another user. Click 'OK' to refresh the page. "

I tried different things:

  - I couldn't use SharePoint Designer. It failed to edit any page in my case. So I couldn't follow these instructions to substitute ListViewWebPart  with XSLTListViewWebPart.

- I changed the code and assigned the website's ID to ListViewWebPart.WebID. That made no difference for me. (It worked for some other people. Probably because the underlying problem is different).

- I installed this hotfix: http://support.microsoft.com/kb/2405789 . It didn't work.

What worked for me was to edit the web part and uncheck some options (not sure exactly which one):

- Toolbar type: None (this alone may do the trick)
- Checked Enable Asynchronous Load, Enable Asynchronous Update, Show Manual Refresh Button and Enable Asynchronous Automatic Refresh.
- I unchecked Enable Data View Caching.

Wednesday, October 19, 2011

Gustavo driving F1 in Montreal - Gilles-Villeneuve Circuit

( It is actually open for the public. I was driving with the mini-van, and the speed limit was 40 Km/h ... )

Hermenêutica Presbiteriana: O Envelhecimento das Vistas

O envelhecimento das vistas, popularmente chamado de 'vistas cansadas', chama-se presbiopia. É um problema hermenêutico, onde os Presbiterianos envelhecem juntamente com sua hermenêutica. Eu tirei a foto abaixo em um consultário de um Oftalmologista ontem. É verdade! Presbiopia é uma doença séria.


Thursday, September 22, 2011

Eufemismos mortíferos

  Lendo a biografia do padre Canadense Robert (Bob) Ogle, constatei que no dia 21 de Março de 1985 estrearam no Parlamento Canadense uma série de TV chamada "Ain't No Paradise". A série foi produzida por Stephen McLoughlin.
  Conforme relatada na biografia, a série de TV era humorística e tentava conscientizar os telespectadores sobre os problemas políticos na cena internacional, principalmente entre países ricos do Norte e países pobres do Sul. A série, conforme relata a biografia, mostrava as grandes limitações de "atos de caridade" que ignoravam causas mais fundamentais de grandes problemas. Na história, pessoas no país rico tentavam angariar fundos para um país africano através de um show de rock, enquanto o país africano se via estrangulado por uma dívida externa astronômica e relação comercial/política completamente assimétrica.
  A intenção da série de TV do padre Ogle toca em um ponto nevrálgico do "assistencialismo": enquanto provê pequeníssima ajuda emergencial, ele é incapaz de influenciar o cenário da macro-política. Pior ainda, do lado do doador, o "assistencialismo" pode ser uma forma de permitir que pessoas "lavem as mãos", descarreguem a sua consciência. E pode trazer consigo uma estigmatização dos coitados, que os mantém em posição inferior. Do lado do receptor, o "assistencialismo" pode trazer dependência, estigmatização e humilhação.
  Ouço falar de projetos de "auto-sustentabilidade" e já fico com o pé atrás. Me doeu mais que me alegrou ouvir falar de uma comunidade no Nordeste que recicla lixo para geração de renda. De que forma este sistema fechado denuncia e desafia os grandes e complexos sistemas que oprimem a comunidade? Estes sistemas não só mantêm a comunidade pobre como depende da situação de pobreza da comunidade para sustentar uma pequena minoria extremamente rica.
  No mesmo barco do "assistencialismo" está o "terceiro setor", ou as "ONGs-light". Lembro-me de uma reunião em Ottawa com várias lideranças religiosas de "alto nível" juntamente com alguns políticos (Membros do Parlamento - o equivalente a Deputados Federais) de centro e de esquerda. A reunião era sobre a situação da pobreza no Canadá. Em certa altura, algumas pessoas do auditório expressaram sua frustração com os políticos. A receita era "deixar de lado a política" e trabalhar alegre e "criativamente" nos problemas.
  Esta opção do "terceiro setor" (muitas vezes um disfarce de um neoliberalismo) também pode ser uma grande distração. Mais ainda, pode ser um grande tapete para onde as pessoas podem alegremente varrer os problemas. Em vez de tratar de problemas políticos como tais, é mais fácil evitar de encará-los.
  Um outro problema existente em maquiar o porco com o "terceiro setor" está na redefinição da linguagem. Termos como "democracia" e "comunidade" ficam tão rarefeitos que perdem sentido.
  Não vou nem tentar esboçar uma solução ou soluções. E se alguém prescrever uma, não acredite.

Wednesday, September 21, 2011

What to do with a text after deconstructing it

Well, do whatever you want with it. What would you like to do with it? In my case, maybe I'll think about it. That's all I can do. When I feel like it.

Tuesday, September 20, 2011

Deconstructing Hermeneutics in 3 steps

  Here are two loaded terms: "deconstruction" and "hermeneutics".
  I was asked today if I thought the Scriptures were authoritative. I said that that was a nice subject that I enjoyed, that I liked that conversation.
  Suppose I want to come up with some hermeneutic. First I would need to lay out some kind of process with a starting point, a finish line and a modus operandi. At the end I would have a (private) method of "understanding Scriptures".
 It doesn't matter what the hermeneutic is at the end. I want to deconstruct it. First, I'll start saying that because the process was created by someone, that from the start it's poised to be biased (culturally, politically, philosophically, personally, literally, etc) and faulty. So it's no good from the start. Second, I'll say that the text is inherently ambiguous and that language cannot convey meaning. And third I'll say that hermeneutics is irrelevant. "So what?".

Sunday, August 21, 2011

São Pedro morreu de câncer

  A tradição cristã diz que o apóstolo Pedro morreu crucificado de cabeça para baixo. Pediu para ser de cabeça para baixo porque não seria digno de morrer como Jesus. Pedro é o garoto-propaganda do bom crente convertido, conforme inúmeros sermões. Em suma a pregação é a seguinte: Pedro era um sujeito brigão e impulsivo. Um dos filhos do Trovão. Depois o galo cantou. E Jesus perguntou três vezes se Pedro o amava. (Ninguém acha meio impróprio um homem perguntar isso a outro homem tão insistentemente?) E então Pedro teria se convertido e já em Atos era um novo homem, manso e tranquilo. Bem, ele se desentendeu com Paulo ainda depois, mas deixemos isto para lá. A conclusão dos púlpitos e publicações é unânime: a norma de comportamento é prescrita para todo crente: de violento para passivo.
  Sim, o bom crente não briga, não enfrenta, "dá a outra face". Mas será que isso é o melhor a fazer? "Melhor" em que sentido? "Melhor" para quem e usando quais critérios?
  Para mim esta entortada na história de Pedro nada mais é que a projeção de complexos de inferioridade nas leituras dos textos bíblicos. Já que o leitor tem sua subjetividade encaixotada, sua liberdade tolhida, logo os heróis e exemplos também devem ser encaixotados e tolhidos para depois  serem canonizados como normativos.
  O livro do doutor canadense Gabor Maté faz-me criar um outro fim para Pedro: câncer. Talvez câncer de próstata.
  "Em vários estudos de câncer, o fator de risco mais constantemente identificado é a incapacidade de expressar emoções, particularmente sentimentos associados à raiva. A repressão da raiva não é um traço emocional abstrato que misteriosamente leva à doença. Ela é um grande fator de risco porque aumenta o estresse fisiológico no organismo. Ela não age sozinha mas em conjunção com outros fatores que provavelmente a acompanham, como desespero e falta de apoio social. A pessoa que não sente ou expressa emoções "negativas" será isolada mesmo se rodeada de amigos, porque seu eu real não é visto. A sensação de desespero decorre da incapacidade crônica de ser verdadeiro consigo mesmo no nível mais profundo. E o desespero leva ao desamparo, uma vez que nada que a pessoa faz é percebido como capaz de fazer qualquer diferença".
  Orígenes e Tertuliano que me perdoem.

The inability to express emotion

"In numerous studies of cancer, the most consistently identified risk factor is the inability to express emotion, particularly the feelings associated with anger. The repression of anger is not an abstract emotional trait that mysteriously leads to disease. It is a major risk factor because it increases physiological stress on the organism. It does not act alone but in conjunction with other risk factors that are likely to accompany it, such as hopelessness and lack of social support. The person who does not feel or express "negative" emotion will be isolated even if surrounded by friends, because his real self is not seen. The sense of hopelessness follows from the chronic inability to be true to oneself on the deepest level. And hopelessness leads to helplessness, since nothing one can do is perceived as making any difference."

A fragment of the book "When the body says no: the cost of hidden stress" by Dr. Gabor Maté.

Saturday, July 23, 2011

Foucault e a cumplicidade da Filosofia na política

"[Na visão de Foucault], poder e conhecimento são mutuamente cúmplices. Sistemas de controle social se desenvolveram juntos com as ciências humanas desde a Iluminismo europeu do século XVIII. A própria
Filosofia tem sido cúmplice nesse 'jogo de poder' dominando outros ao marginalizá-los. "

Foucalt: "Histórias oficiais filtram, selecionam, priorizam e excluem outras interpretações"

trechos do livro "Introducing Philosophy" por Robinson & Groves.

Lyotard on grand narratives

 Lyotard on grand narratives: we have endured Facism,seen the end of Communism and now witness mafia-style economies, free market greed & environmental disasters on a global scale. If these are the result of "objective reason", there must be something wrong with it"

Thursday, July 07, 2011

The double value of the political in Ernesto Laclau - comments

These are my notes on the article "The double value of the political in Ernesto Laclau" (originally "La Doble Valencia de lo Político en Ernesto Laclau") by Esteban Vergalito in Estante Óptica, año 0 número 1. The article was a text presented at the online course on Theology and the Public Question by GEMRIP.

It seems that the author captures well the paradox between the struggle between the social and the political.
"Tal paradójica condición ontológica conlleva, a nivel fáctico, una redefinición constante de los límites entre lo sedimentado y la fuerza reactivante, en un juego inacabable en el que ninguno de los dos polos puede jamás absorber por completo al otro."
However, I think the text does not try to "go up the chain" and does not try to look at any inherent paradox in the political itself, which may provide a more clear understanding of what leads to the paradox between the political/social. For it seems that the political is at the same time proposing new social orders (disrupting social order) and implementing the new social order (seeking consensus). As Zizek wrote, power is, by definition, in excess. Otherwise it's not power.
  I'm not an expert in the field, but I think it would be interesting to explore the psychological aspects of these continuity/discontinuity of social order. It seems to me that this border between the social and the political is blurry. I suspect that in postmodernity the various aspects of our daily lives are a mix of continuity/discontinuity, even when speaking about the political.
  And on a similar note to that, (I think this is not in the scope of the text), but what is the scope of the political in question? To make the discussion more interesting I would apply to 'macro-politics'. In 'macro-politics' this tension between suspension / hegemony is more evident because implicit here is the question of representation or the extent of the political power. What is this confidence in political leaders even in a "representational democracy"? And to help with this question I think that the issue of violence has to come to the forefront. That is, the political act of "elimination of the alternatives" via power struggle may imply violence. Not only against high-level political opponents, but to whole segments of the population that in theory provide legitimacy to the politicians. (For Theology, violence is an interesting topic)
  Finally, it would be nice to explore (no, it's not in the scope of the text) the dialectic struggles outlined by Hegel and Marx (and I suspect - I don't have my philosophy books here with me - some French postmodernists too... ). Yes, we know there are continuity/discontinuity in the political history. But "what do we make of it?" seems to be a more interesting question other than the fact that they exist.

PS: Is it really necessary to write in a language so difficult to understand?

Sunday, July 03, 2011

Destinado a ser pobre

Trecho do livro "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano:

Dois dos ministros do governo que prestaram declarações ante a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a desnacionalização industrial do Brasil reconheceram que as medidas adotadas, sob o governo de Castelo Branco, para permitir o fluxo direto do crédito externo às empresas, deixaram em inferioridade de condições as fabricas de capital nacional. Ambos se referiam à célebre Instrução 289, de princípios de 1965: as empresas estrangeiras obtinham empréstimos fora das fronteiras a 7 ou 8%, com um tipo de câmbio especial que o governo garantia em caso de desvalorização do cruzeiro, enquanto as empresas nacionais deviam pagar cerca de 50% de juros para os créditos que arduamente conseguiam dentro de seu país. O inventor da medida, Roberto Campos, a explicou assim: “Obviamente, o mundo é desigual. Há quem nasce inteligente e há quem nasce burro. Há quem nasce atleta e há quem nasce aleijado. O mundo se compõe de pequenas e grandes empresas. Uns morrem cedo, no primor da vida; outros se arrastam, criminosamente, por uma longa existência inútil. Há uma desigualdade fundamental na natureza humana, na condição das coisas.A isto não escapa o mecanismo de crédito. Postular que as empresas nacionais devam ter o mesmo acesso que as empresas estrangeiras ao crédito externo é simplesmente desconhecer as realidades básicas da economia...” 32.De acordo com os termos deste breve porém vigoroso Manifesto capitalista, a lei da selva é o código que naturalmente rege a vida humana e a injustiça não existe, já que o que conhecemos por injustiça nada mais é do que a expressão cruel da harmonia do universo: os países pobres são pobres porque... são pobres; o destino está escrito nos astros e só nascemos para cumpri-lo: uns, condenados a obedecer; outros, destinados a mandar. Uns oferecendo o pescoço e os outros colocando a corda. O autor foi artífice da política do Fundo Monetário Internacional no Brasil.

Friday, June 17, 2011

Quando "igreja" e "Reino" colidem

ONG da Estrutural é alvo de disputa

Escrito por Pedro Augusto Correia


Desde a noite da última segunda-feira (23/5/2011), voluntários ocupam a sala da coordenação da ONG Viver, na cidade Estrutural. O movimento reivindica a gestão participativa da instituição, que foi criada e é gerida pela Igreja Presbiteriana do Brasil no Cruzeiro há 17 anos. Entre os ocupantes estão alguns alunos da Universidade de Brasília (UnB).
Desde 2009, a Igreja firmou parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF) e a ONG passou a receber recursos públicos. De acordo com Caroline Soares, voluntária da Viver, todas as decisões sempre foram tomadas por um conselho da Igreja, que não esteve mais atuante nos últimos anos. Para ela, o ideal seria que a comunidade, em conjunto com funcionários e voluntários, gerisse a instituição. “Nós consideramos injusto que recursos públicos sejam controlados por uma entidade religiosa sem nenhuma discussão. Se a entidade é pública, deve passar por assembléias públicas.”
No dia 18 de janeiro deste ano, o então presidente da ONG, Coracy Coelho, enviou uma carta para o conselho da Igreja explicando que a Viver havia se tornado um bem público da comunidade e, por isso, os processos deveriam ser decididos de forma mais participativa. Pouco tempo depois, Coracy foi demitido. Na última sexta-feira (20), funcionários se reuniram para discutir o estatuto da Viver, que dá plenos poderes para que a Igreja defina os rumos da entidade. Na segunda-feira seguinte, quatro funcionárias foram demitidas. A direção da Igreja alegou que a reunião da sexta-feira havia acontecido sem autorização prévia, contrariando o Artigo 5º, parágrafo XVI, da Constituição Federal, que garante o direito de reunião. “Essa decisão é abusiva, a equipe está se sentindo amedrontada. Por isso, eu e os estudantes da UnB, que participam de projetos de extensão aqui na ONG, decidimos ocupar a sala da coordenação”, conta Caroline Soares. Ela explica que o objetivo da ocupação é forçar a ida da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (SEDEST) até o local para mediar a situação. “Não faz mais sentido a administração da Igreja, visto que são os voluntários e funcionários que realizam o trabalho e é o governo quem paga.”
A reunião
Na noite de ontem (24), aconteceu reunião entre comunidade, funcionários, voluntários e representantes da Igreja Presbiteriana. O Decano de Extensão da UnB, Oviromar Flores, esteve presente mesmo após a declaração dos estudantes de que ocuparam a ONG como cidadãos e não como alunos da universidade.
O Pastor Misael Passos, que dirige a instituição após a saída de Coracy, defendeu a permanência da Igreja na direção da ONG. “Os alunos da UnB hoje estão aqui, amanhã estarão em outro lugar, assim como os outros voluntários e funcionários. A Igreja está aqui há 17 anos e é quem dá estabilidade para a Viver continuar funcionando. A comunidade tem que escolher.”
Após muita discussão, várias propostas foram votadas pela comunidade e ficou acordado que será realizada reunião entre todos os envolvidos, com a mediação da SEDEST, para que o conflito seja solucionado. O encontro ainda não tem data definida. A ocupação será mantida até a que a reunião seja realizada.



Fonte: http://www.fac.unb.br/campusonline/sociedade/item/1092-ong-viver-ocupada


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Último capítulo da novela: a liderança da Igreja Presbiteriana do Cruzeiro conversa com deputados distritais, faz lobby com SEDEST lembrando que evangélicos dão muitos votos. E assim a SEDEST se posiciona contra a comunidade da Estrutural. E pessoas demitidas ficaram sem salário e sem direitos trabalhistas até o presente momento. Isto não é cristão.


Para obter mais informações visite http://ocupacaodaviver.blogspot.com/ 

 

Wednesday, June 15, 2011

As pouco conhecidas perseguição e violência dos Reformadores - parte 2

Em Julho de 1525, Balthasar Hubmaier, um pastor com ideias Anabatistas "moderadas", escreve uma carta ao conselho de Zurique pedindo uma discussão pública sobre batismo entre ele e Zuínglio, a quem nessa altura ainda chamava de "querido irmão".
  Vem o debate, então, onde Zuínglio defende o batismo de crianças, e Hubmaier se opõem.
  É interessante notar que Zuínglio em certa altura se vê oscilando entre ideias mais "radicais" da Reforma, aludindo a uma 'reforma progressiva', com mudanças moderadas na liturgia da missa, etc e a prática Católica. Sobre batismo Zuínglio confessou ter abraçado ele mesmo "o erro" de que crianças não deveriam ser batizadas "até que elas cheguem à idade da responsabilidade." Hubmaier afirmou durante os julgamentos:
  "Sim, você assim afirmou, escreveu e pregou abertamente do púlpito - várias centenas de pessoas ouviram isto de sua boca." E também: "No ano de 1523 na rua Zurichgraben eu pessoalmente confrontei-o com as Escrituras sobre o batismo. Você disse que eu estava certo, que crianças não deveriam ser batizadas até que tivessem sido instruídas na fé."
  No dia 14 de Dezembro, o arquiduque Fernando da Áustria pediu oficialmente a extradição de Hubmaier, que se encontrava preso em Zurique. Isto seria morte na certa; Fernando era Católico e atribuíra injustamente um levante na região de Waldshut a Hubmaier. Hubmaier então prepara uma retratação para o conselho de Zurique, negando sua posição sobre o batismo. Depois de ler a retratação para o conselho, Hubmaier é obrigado a lê-la nas principais igrejas de Zurique, começando em Fraumünster. No culto de manhã, após a pregação de Zuínglio, levado por guardas, Hubmaier foi chamado a ler sua retratação. Hubmaier rabiscou umas notas, contudo, antes de ir ao púlpito.
 "Ó, que angústia e dores de parto eu sofri esta noite a respeito das afirmações que fiz. Digo aqui e agora que eu não posso e não irei me retratar." A seguir, defendeu o batismo do crente como um ensino do Novo Testamento. Zuínglio interrompeu-o com raiva. Guardas vieram apreender o "criminoso" e o jogaram na prisão de Wellenberg. Foi torturado várias vezes. Durante as sessões de tortura, Zuínglio ordenava que Hubmaier chamasse os Anabatistas de anti-batistas. Durante 3 meses foi submetido a tortura e interrogatório na Wasserturm, ou torre d'água.

As pouco conhecidas perseguição e violência dos Reformadores - parte 1

O Conselho de Zurique organizou uma discussão pública sobre a questão do batismo de adultos ou de crianças para o dia 6 de Novembro de 1523. De um lado, Anabatistas incluindo Conrad Grebel, Mantz, Blaurock, e Michael Sattler, que foram anteriormente presos no castelo de Grüningen e posteriormente em Zurique. Do outro, Zuínglio e seus amigos. Quatro homens foram escolhidos para presidir a disputa, entre eles Dr. Sebastian Hofmeister e Vadian de St. Gall.
  Depois dos argumentos, as coisas pioraram para os Anabatistas (também chamados de os Irmãos). Claro, o conselho de Zurique deu vitória a Zuínglio. Grebel, Mantz e Blaurock voltaram para a prisão. A sentença saiu no dia 18 de Novembro: "por causa de seus anabatismos e suas condutas impróprias, devem permanecer na torre em uma dieta de pão e água" e ninguém poderia visitá-los. Durante o inverno, mais Anabatistas foram presos e levados à mesma prisão.
  Houve um novo julgamento nos dias 5 e 6 de Março de 1526, onde estes líderes Anabatistas foram condenados a prisão perpétua. E qualquer um que fosse visto re-batizando deveria ser morto por afogamento.
  Duas semanas depois de presos, os guardas esqueceram a janela da torre aberta e estes líderes Anabatistas fugiram da prisão.

(fonte: Anabaptist Portraits, por John A. Moore)

Sunday, June 05, 2011

Bad theatre for children

Today we went to see "At Nightfall" at the Ottawa International Children's Festival. Now that's bad theatre. Nothing happens in the story. It's pure non-sense. I couldn't stand it anymore and we left after 20 minutes. I want my money back but I guess it's in the fine print somewhere that I can't have it. Anyways, whoever wrote this thing, geez, couldn't you write something where there's action and stuff happening? Whoever approved this piece is also an accomplice. By the Sursaut Dance Company, Serbrooke, Quebec.

Thursday, June 02, 2011

Perfis dos primeiros Anabatistas: Hans Denck - 6

(Leia aqui a parte 5)

Hans Denck mudou de cidade para cidade fugindo de perseguições ou sendo simplesmente expulso. (Isto era  comum na época e aconteceu não só com Denck como com vários outros reformadores e Anabatistas) Cansado e doente, mesmo tendo ainda menos que 30 anos, Denck escreve em 1527 a Oecolampadius, líder reformado em Basel na Suíça, pedindo descanço e exílio. Oecolampadius aceita mas pede uma descrição formal por escrito de suas convicções religiosas e de como tinham mudado. Oecolampadius publicou os dois artigos de Denck dois anos depois.
  Denck começa sua declaração de fé assim: "Estou de todo o coração disposto a ver toda desgraça e vergonha, merecidas ou imerecidas, cairem sobre mim, sob a única condição de que Deus seja assim honrado, pois ele é digno de toda honra e amor. Contudo, desde que comecei a amá-lo, caí no desfavor de muitas pessoas... Enquanto eu crescia no zelo pelo Senhor, as pessoas cresciam no seu zelo opondo-me... Fui caluniado e acusado tão fortemente por alguns ... que é difícil, mesmo para um homem tenro e humilde de coração, se conter."
  Um comentário do livro do profeta Miquéias datado de 1532 foi atribuído a Denck. "Uma pessoa nunca deve fazer uma outra sofrer por causa da sua fé." Na conclusão lemos: "Mesmo em coisas externas ... como o profeta diz ... entre todos os povos cada um deve poder andar no nome do seu deus ... Ninguém deve privar o outro de sua liberdade - seja bárbaro, Judeu, ou Cristão ... Dessa forma, que nós desfrutemos dos dons de Deus em paz."
  Hans Denck faleceu aos 27 anos de idade em Novembro de 1527 da peste bubônica.

Perfis dos primeiros Anabatistas: Hans Denck - 5

(Leia aqui a parte 4)



Hans Denck ficou aborrecido com o mau uso da Bíblia na sua época. Assim, publicou um livreto. O título é bem grande: "Aquele Que Verdadeiramente Ama a Verdade ... O Temor de Deus é o Princípio da Sabedoria"
  "Até os vários membros de um só partido político discordam às vezes" ele observa "e isso não aconteceria se a pessoa prestasse atenção no único professor, o Espírito Santo. Para seu ensino o Espírito Santo dá testemunho claro... mas para aqueles que não têm isto selado pelo próprio Espírito de Deus, parece ser contraditório em várias partes...
 "Duas passagens das Escrituras opostas devem ser ambas verdadeiras. Uma estará contida na outra assim como o menor está no maior, como o tempo na eternidade, como a finitude na infinitude. Aquele que desiste das passagens opostas das Escrituras e não consegue achar sua unidade carece do chão da verdade. "
 O sétimo paradoxo contrasta "Eu não vim julgar o mundo mas salvá-lo" (João 12) com "Eu vim julgar o mundo" (Romanos 9). O oitavo, "Se eu dou testemunho de mim mesmo, meu testemunho não é verdadeiro" (João 5) com "Se eu dou testemunho de mim mesmo, meu testemunho é verdadeiro" (João 8). O décimo primeiro, "Pois quem pode resistir a sua vontade?" (Romanos 9) com "Vocês sempre resistiram ao Espírito Santo" (Atos 7). O décimo segundo, "Todo aquele que pede recebe" (Mateus 7) com "Vocês pedem e não recebem" (Tiago 4).
  O décimo quarto paradoxo contrasta "Pregai o evangelho a toda a criatura" (Marcos 16) com "Não joguem pérolas aos porcos" (Mateus 7). O décimo sexto, "Eu não ficarei com raiva para sempre" (Jeremias 3) com "Estes irão para a punição eterna" (Mateus 25). O próximo, "Deus quer que todos sejam salvos" (1 Timóteo 2) com "Poucos são escolhidos" (Mateus 20). E o próximo, "Deus não tenta ninguém" (Tiago 1) com "Deus tentou Abraão" (Gênesis 22). O décimo segundo, "Ninguém viu Deus" (João 1) com "Eu vi o Senhor face a face" (Gênesis 32). O vigésimo quinto, "Não julgueis para que não sejais julgados" (Mateus 7) com "julgai segundo a reta justiça" (João 7). O último, "Deus diz, 'Eu endurecerei o coração do Faraó'" (Êxodo 4) com "Faraó endureceu seu coração" (Êxodo 8 e 9).


E cito novamente outro escrito seu: "Há certos irmãos que pensam que eles entenderam tudo do evangelho, e seja quem for que não disser um 'sim' completamente inclusivo para o que eles dizem é rotulado de o pior dos hereges."

Perfis dos primeiros Anabatistas: Hans Denck - 4

(Leia aqui a parte 3)



Uma das grandes qualidades de Hans Denck era a sua capacidade de fazer amigos. Ele era um conciliador por excelência. Conseguia conviver com pessoas de diferentes opiniões, mesmo que muito contrárias às suas. De fato, Hans Denck veio a escrever quase no final de sua breve vida sobre o amor.
  Assim, Denck parece ter uma hermenêutica muito mais humana, apesar do "estágio histórico" de sua época. Um pequeno exemplo: Hans escreveu
 "Todos os mandamentos, costumes e leis, como foram escritas no Antigo Testamento e no novo, são anulados para um verdadeiro aluno de Cristo (1 Timóteo 1), isto é, ele tem uma Palavra escrita no seu coração, que ele ama a Deus somente ... Ele não despreza o testamento das Escrituras; ao invés ele busca nela com toda a diligência ... Ele retém julgamento daquilo que ele não entende e espera revelação de Deus... "

Perfis dos primeiros Anabatistas: Hans Denck - 3

(Leia aqui a parte 2)


Por volta de 1525 Hans Denck vai para a cidade de Augsburg, que estava dividida entre Protestantes (várias faccções - principalmente Lutero e Zuínglio ) e Católicos. Denck gastou bastante tempo escrevendo durante os 13 meses que ficou ali. Um dos livretos se chamava "A Afirmação de que as Escrituras Dizem que Deus Pratica e Produz o Bem e o Mal".
  Hans Denck começa pedindo desculpas por publicar o livro e por falar de Deus de forma tão dogmática:
"Há certos irmãos que pensam que eles entenderam tudo do evangelho, e seja quem for que não disser um 'sim' completamente inclusivo para o que eles dizem é rotulado de o pior dos hereges."

Perfis dos primeiros Anabatistas: Hans Denck - 2

(Leia aqui a parte 1)


O conselho da cidade de Nürnberg começou a brigar com Hans Denck. Assim, chamaram-no para descrever as suas crenças. Depois mandaram-no para os pastores Luteranos, sob o comando de Osiander, para exame. Eis o que eles disseram depois do debate:
"Hans Denck, diretor da escola São Sebaldus, mostrou-se tão hábil que nós chegamos à conclusão que é inútil discutir com ele oralmente... Ele não dá respostas diretas.. [e] tenta elaborar e colorir os pensamentos e ideias da sua mente (As Escrituras nunca falam tão claramente como ele), de forma que qualquer um pode perceber que um outro espírito que não o Espírito de Cristo controla-o." "Ele vem com astúcia e descarta as Escrituras como se fossem inúteis só porque nem todos entendem", reclamam os pastores de Nürnberg, "contudo elas são bastante claras." "Denck disse ... que tem algo nele que resiste a sua maldade ... Até o fim ele insiste que é Cristo. Mas ao mesmo tempo ele nega que ele tenha qualquer fé ... Se ele insiste em chamar a sua fé de não-fé até que seja completamente perfeita (o que nunca acontece nesta vida), ele age de forma contrária a Cristo e toda a Escritura."

Perfis dos primeiros Anabatistas: Hans Denck - 1

Hans Denck nasceu em 1500 e cresceu em Heybach (Habach) na Alta Bavária. Foi um aluno excepcional desde jovem. Recebeu o prêmio "scholasticus" na Universidade de Ingolstadt no sul da Alemanha ao concluir seu Bacharelado aos 19 anos. Foi um expoente nos estudos de Latim e Grego, embora tenha tido amplo conhecimento em ciências diversas.

Denck escreveu: "A justiça de Deus é o próprio Deus." "Pecado é o que quer que seja que se rebele contra Deus, que na verdade é 'nada'... Claro que todos os crentes uma vez foram não-crentes. Aqueles que se tornaram crentes tiveram primeiro que morrer para que depois eles não vivessem para si mesmos como não-crentes fazem mas ao invés viverem para Deus em Cristo."

"Todas as coisas que são por natureza impuras tornam-se ainda mais impuras quanto mais a pessoa tenta lavá-las... Quem tentaria lavar o vermelho dos tijolos, ou o preto do carvão, cujas próprias naturezas são o que são? ... Da mesma forma uma pessoa que por natureza é impura, no corpo e na alma, será lavada inutilmente por fora se ela não começar a ser amaciada e mudada por dentro."