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Thursday, May 15, 2008

Encontrando Jesus no Bar

Encontrando Jesus no Bar

Ou Como Eu Aprendi a Parar de me Preocupar e a Amar Evangelismo

Heather Kirk-Davidoff

(Tradução: K-fé)

Capítulo 2
An Emergent Manifesto of Hope - Pagitt & Jones (ed)
Baker Books
ISBN 978-0-8010-6807-2

Heather Kirk-Davidoff é Pastora da Comunidade Kittamaqundi (uma igreja independente na tradição da Igreja do Salvador) em Colúmbia, Maryland, EUA. Ela é casada com Dan Kirk-Davidoff, um cientista climatólogo, e juntos são pais de gêmeos de 10 anos e uma filha de 7 anos. Com sua parceira escritora, Nancy WoodkLyczak, Heather é autora de dois livros: Talking Faith [Fé que Fala] (Chalice Press, 2004) e Dare to Dive In: Strategies and Resources for Involving Your Whole Church in Worship [Ouse Mergulhar: Estratégias e Recursos Para Envolver Toda a sua Igreja no Culto] (Abingdon, 2006). Contatos através do site www.kirkwoodassociates.org.

1 Tessalonicenses 2.8 “Nós os amávamos tanto, que gostaríamos de ter dado a vocês não somente a boa notícia que vem de Deus, mas até mesmo a nossa própria vida. Como nós os amávamos!”

Eu comecei a entender o que era “evangelismo relacional” pela primeira vez numa noite quando uma mulher num bar me disse que ela tinha visto Jesus vestido como mendigo disfarçado com roupas de duende.

Eu tinha ido ao bar com uma amiga depois de assistir a uma aula sobre ministérios para a geração nascida nos anos 70. O palestrante terminou com um desafio simples: crie o hábito de conversar com pessoas na sua comunidade que não vão a igreja nenhuma. Não parecia muito um desafio quando ouvimos, especialmente porque nós duas nascemos nos anos 70. Mas ao estar lá no bar, com nossas cervejas ficando quentes nas nossas mãos, nós nos sentimos cada vez mais incômodas. Depois de muita hesitação, eu finalmente me virei para uma mulher de pé perto de mim e disse:

- “Posso deixar meu casaco no chão do seu lado? Estou cansada de carregá-lo.”

E para meu alívio, começou uma conversa.

Falamos sobre seu trabalho, seu namorado, as músicas que gostávamos, e eventualmente sobre o musical Rent, o qual amávamos. Falamos do seu personagem principal, Angel, um sem-teto gay, baterista que passava a maior parte do show vestido como um Papai Noel drag queen. Na metade do show o Angel morre de AIDS, rodeado de um grupo eclético de amigos. “O que é impressionante para mim”, disse a mulher, “é quanto poder tem o amor do Angel nas vidas dos outros personagens na peça. E o seu amor não pára de influenciá-los mesmo depois que ele morre. É como se... É como se ele se aperfeiçoasse na sua morte.”

Me dei conta de repente que nós não estávamos só batendo um papo.

- “Sabe, algumas pessoas dizem que o Angel é um personagem de Cristo.”, disse eu prontamente.

- “O que é que você acha?”

- “Eu não sei” – disse ela. “Só acho que eu me sinto muito mais perto do Angel que de Jesus.”

Eu fiquei espantada. Eu pensei que eu tinha ido ao bar naquela noite para encontrar pessoas que talvez precisassem de alguma coisa que eu pudesse oferecer – um ouvido compreensivo, um convite para vir ao culto na minha igreja, ou mesmo um testemunho sobre quem Jesus era e o que seu amor queria dizer para suas vidas. Eu não esperava ser eu a pessoa que fosse receber um convite para conhecer Jesus melhor e seguí-lo mais corajosamente. Para minha surpresa, e para meu deleite, foi isso o que aconteceu.

Eu fiquei viciada. Ir ao bar uma ou duas vezes por semana e conversar com pessoas que eu não conhecia virou uma prática minha regular. Fiquei perplexa com a facilidade de falar sobre assuntos “espirituais”. As pessoas me falaram sobre suas esperanças e medos, seus relacionamentos e seus conflitos de identidade. Era difícil explicar para a minha congregação (ou para a minha família) o que eu estava fazendo, então eu comecei a convidar as pessoas para vir comigo. Eu parei de ficar pensando como atrair jovens para a minha igreja e comecei a focalizar em como fazer minha congregação sair do seu templo e como inserí-la em relacionamentos com o mundo fora das suas portas.

Resumindo, me tornei algo que nunca sonhei ser: uma evangelista. Eu não era motivada por um desejo de salvar as pessoas das garras do inferno, e não era motivada por um desejo de fazer crescer a minha igreja. Eu era motivada pelo desejo de me relacionar com pessoas que eram diferentes de mim de várias maneiras. Eu queria esses relacionamentos porque eles me ajudavam a entender melhor o que Jesus estava fazendo no mundo e como eu poderia segui-lo, mesmo com ele me conduzindo para fora da igreja e para dentro do bar.

Seres Humanos ou Marketeiros?

Como seria o evangelismo se fizéssemos como Brian McLaren propõe no seu livro “More Ready than You Realize” e “contássemos conversas em vez de conversões”? Evangelismo relacional não é só uma mudança de tática. É uma mudança na razão de evangelizar, mudando o foco de recrutar para o cultivo de relacionamentos que são um fim em si mesmos, indispensáveis para a nossa caminhada espiritual.

Na minha experiência de conversa sobre a igreja emergente, o problema de evangelismo ficou freqüentemente relegado à periferia. Quando comecei a ir a convenções da Emergent, eu sabia muito bem que eu era de um grupo pequeno de cristãos liberais em um mar de cristãos evangélicos. Fiquei muito animada (um pouco além dos limites) por poder finalmente conversar com cristãos que realmente queriam estender a mão à comunidade e não só esperar as pessoas aparecerem nas suas igrejas como nós geralmente fazemos. Cada vez que eu encontrei um pastor de uma igreja emergente, eu perguntei sobre a maneira que evangelizavam. Fiquei surpresa em descobrir quão pouco eles tinham a dizer sobre o assunto. Alguns pastores que eu conheci e que admirava me garantiram que eles não faziam nenhum evangelismo intencional. Eles botavam todos os seus esforços na construção das suas comunidades – desenvolvendo relacionamentos com as pessoas nas suas igrejas e com seus vizinhos – e eles achavam que as suas igrejas cresciam sem precisar tentar nada.

Tive que rir. Finalmente eu estava falando com pessoas com as quais eu me identificava como evangélicos, e eles soavam ainda mais cautelosos com evangelismo que meus amigos liberais. Logo me dei conta de que, como eu, muitos dos líderes que conheci através do Emergent vieram de contextos onde práticas evangelísticas que lhes foram ensinadas não funcionavam mais porque eram fundamentadas em suposições que não se encaixavam mais nos seus contextos atuais.

Como uma pastora tradicional eu trouxe comigo algumas suposições que herdei da tradição na qual fui formada. O trabalho de evangelismo que eu tinha sido ensinada a fazer focalizava em atrair visitantes para a minha igreja com convites, programas e propagandas, e depois fazer um acompanhamento com visitas, incentivando-os a tornarem-se membros, serem dizimistas, e participarem de alguma comissão. Por trás desse trabalho havia uma suposição de que membresia numa igreja era o que as pessoas na minha comunidade realmente queriam e precisavam. Meu dever era recrutá-los para a igreja a qual estivesse liderando.

Meus colegas evangélicos também foram treinados para recrutar, mas de forma diferente. Evangelismo, da forma que foram ensinados, está baseado na suposição de que as pessoas estão (ou podem facilmente serem levadas a crer que estão) profundamente ansiosas com seus destinos após a morte. O Cristianismo oferece uma solução para esta ansiedade porque no momento em que a pessoa toma uma decisão de aceitar o sacrifício expiatório de Jesus na cruz, seu destino eterno muda da condenação para a alegria. Como descreve Dallas Willard no “The Divine Conspiracy”, quando os crentes pensam só em recrutar, o cultivo contínuo de relacionamentos e hábitos nesta vida torna-se quase que irrelevante.

Mesmo que tenhamos um histórico cristão liberal ou cristão conservador, evangelismo tem mais freqüentemente focalizado em recrutar. Ao conversar sobre evangelismo com outros líderes de igrejas emergentes, fiquei impressionada com como nossos caminhos diferentes nos trouxeram à mesma conclusão: recrutar mata relacionamentos. Mesmo que sua teologia seja excelente, mesmo que a sua igreja seja maravilhosa, mesmo que sua comunidade seja o melhor grupo de pessoas na Terra toda, assim que você se dirige a alguém com a intenção de recrutá-lo para a sua teologia ou igreja ou comunidade, você se torna um marketeiro e a outra pessoa vira o alvo do seu marketing. Enquanto a geração dos anos 70 teve uma gama de experiências com religião ou igreja ou comunidade, nós compartilhamos a experiência de sermos alvos de marketing desde o tempo em que assistíamos a desenhos na televisão com produtos atrelados. A gente consegue farejar um esquema de vendas a quilômetros de distância, e nós nunca confundimos isso com uma oportunidade de relacionamento genuíno.

O filme “The Big Kahuna” de 1999 demonstrou esse argumento de forma brilhante. Ao responder a um colega que transformou uma conversa de vendas em uma oportunidade para testemunhar a sua fé cristã, um dos personagens diz: “Não importa se você estiver vendendo Jesus, ou Buda ou direitos civis ou “Como Ganhar Dinheiro no Mercado Imobiliário Sem Capital Inicial”. Porque no momento em que você põe as mãos na conversa para controlá-la, ela deixa de ser uma conversa e vira uma venda. E você deixa de ser um ser humano e vira um marketeiro.”

Ame Deus, Ame o Seu Próximo – Ao Mesmo Tempo

Apesar das nossas grandes diferenças de evangelismo, o que me liga com várias pessoas que conheci através do Emergent que vieram de uma herança conservadora é que no final das contas nós não queremos ser marketeiros, mesmo se estivermos fazendo marketing de um Salvador maravilhoso ou de membresia na comunidade mais legal que se possa imaginar. Nós queremos ser seres humanos. Por isso, estamos dispostos a abrir mão do que for que seja que tenhamos aprendido sobre como fazer uma igreja crescer ou disseminar o evangelho.

Mas nós não desistiremos de relacionamentos. Queremos ser amados, ser conhecidos e compreendidos. Mais que isso, queremos conhecer outras pessoas, crescer no mesmo amor e conhecimento delas. No contexto em que moro e trabalho – urbano e transitório – este desejo por relacionamentos é uma coisa que as pessoas falam o tempo todo. E não é o mesmo que querer passar mais tempo com amigos (embora as pessoas sintam isso também). Existe um verdadeiro desejo de construir relacionamentos com pessoas que não conhecemos ainda, incluindo pessoas que são diferentes de nós. No meu bairro, não só as pessoas podem comer pratos de dezenas de culturas diferentes, como podem pegar ônibus ou jogar futebol ou ir a um concerto com outras pessoas que vêm de dezenas de países diferentes.

A grande maioria dos meus amigos tem curiosidade sobre as vidas, os pensamentos, e sonhos de outros. Eles estimam as oportunidades que têm de conhecer novas pessoas, especialmente quando essas pessoas são diferentes deles, e quando sentem que essas oportunidades são muito poucas e esparsas.

Se levássemos essas experiências a sério, logo nos daríamos conta de que desenvolver e manter relacionamentos é talvez a principal disciplina espiritual de muitos adultos de 20 ou 30 anos (e várias vezes mais velhos). Mesmo que nós também oremos e leiamos a Bíblia regularmente, mesmo que cantemos com monges ou façamos ioga ou vamos a um retiro, nossos relacionamentos com outros nos dão a maior percepção sobre quem Deus é e aonde Deus está nos guiando. Note o assunto pelo qual você tem orado, ou veja as formas criativas que inventamos de construir uns com os outros na Internet ou por telefone ou em grupinhos no fundo do bar comunidades que oram. Note como lemos a Bíblia, e veja como nossos estudos ganham vida quando nós os ligamos com problemas e preocupações das nossas próprias comunidades. Mesmo no monastério, na aula de ioga, ou no retiro, estamos procurando nos ligar não só com Deus mas também com outros que estão numa caminhada espiritual, com quem nós talvez construamos um relacionamento.

No cerne de toda essa fome e sede de relacionamentos está uma compreensão que de alguma forma tanto cristãos liberais quanto conservadores que recrutam parecem ter esquecido. Quando pressionado a identificar o maior mandamento, Jesus listou dois: ame o Senhor seu Deus, e ame o seu próximo como a si mesmo. Nós temos a tendência de separar esses mandamentos. Tornamos distintos e várias vezes até seqüencial. Resolva seu relacionamento com Deus, e aí então seus relacionamentos com as pessoas se organizarão. Mas Jesus pôs esses mandamentos juntos e disse que eram semelhantes. Ele entendeu algo que nossas igrejas têm freqüentemente esquecido: nós crescemos no nosso relacionamento com Deus e uns com os outros simultaneamente. E é várias vezes aprendendo a amar uns aos outros que nós nos achamos abertos para Deus de maneiras novas e mais profundas.

Relacionamentos Que Alimentam a Alma

E se as nossas igrejas levassem a sério a prática de construir relacionamentos? E se nós não somente cultivássemos comunhão cristã através do louvor e grupos de células mas também considerássemos alta prioridade construir relacionamentos com pessoas que não fazem parte da nossa igreja, mesmo pessoas que são diferentes de nós? Bem diferente de se tornarem irrelevantes, as igrejas se tornariam centros de treinamento essenciais em tipo completamente novo de Cristãos que quereria crescer no conhecimento dessa caminhada espiritual.

Como as igrejas podem contribuir para essa prática? Em primeiro lugar, elas podem se tornar lugares onde as pessoas aprendem como um relacionamento que alimenta a alma realmente é. Nem todos os relacionamentos são positivos, e na nossa fome de nos tornarmos conhecidos nós às vezes esquecemos o que é estabelecer limites saudáveis uns com os outros. Em grandes grupos ou pequenos grupos, através do ensino explícito e de modelos implícitos, as igrejas podem fornecer oportunidades para as pessoas aprenderem sobre relacionamentos edificados sobre igualdade e respeito mútuo, onde ambas as partes estejam dispostas a escutar bem como falar, receber bem como dar.

Quando uma rede de relacionamentos respeitosos existir, igrejas podem se tornar lugares onde as pessoas aprendem a compartilhar sua fé com sinceridade e integridade de uma forma que não manipula o relacionamento como se fosse uma chance de recrutar. Esse jeito de compartilhar a fé é fácil para algumas pessoas, mas muitos de nós não sabem por onde começar. Tivemos tantas experiências negativas com evangelismo e evangelistas que pensamos duas vezes antes de começarmos a falar com qualquer um sobre ser crente. Preferimos ficar em silêncio a arriscar danificar nossos relacionamentos porque nossos amigos ou conhecidos podem nos confundir com aqueles que recrutam, a quem tanto desgostamos. Gostaríamos de ver isso sendo feito, e bem feito, antes que corramos nós mesmos o risco.

Várias igrejas emergentes estão fazendo esse tipo de modelo, no meio do próprio culto. Elas querem se certificar que a linguagem usada no culto soa como linguagem que podemos usar nas conversas do dia-a-dia. Elas ligam a história bíblica com as histórias das quais falamos durante a semana – as histórias dos nossos jornais, nossos filmes preferidos e programas de televisão, e nossas vidas. Na congregação que eu ministro, nós freqüentemente cultuamos sentados ao redor de pequenas mesas com seis ou sete outras pessoas. Em várias horas no culto, cada grupo de mesas pode conversar junto sobre a Bíblia, orar junto, ou mesmo servir a ceia uns aos outros. Eu adoro essa prática porque é tão parecida com outros momentos nos quais nos vemos durante a semana: ao redor da mesa de jantar com as nossas famílias, almoçando fora com colegas de trabalho, ou mesmo sentados ao lado de um estranho num balcão de almoço, ou num banco de praça, ou num avião.

Se praticarmos a construção de relacionamentos na igreja e pudermos compartilhar nossa fé respeitosamente e sem constrangimento, é bem provável que consigamos compartilhar nossa fé fora da igreja também. Mas nós não vamos compartilhar só o que outros nos dizem que devemos crer. Nós iremos compartilhar nossos próprios compromissos, mesmo quando eles não se encaixam na “visão da cúpula”. Nós compartilharemos nossas dúvidas bem como as coisas que achamos engraçadas e peculiares. E compartilharemos nossa curiosidade sobre crenças e compromissos, práticas e experiências dos outros, mesmo os que são diferentes de nós. Ao fazermos isso, não só traremos Jesus ao mundo, mas é bem provável que o encontraremos vindo a nós dos becos, do deserto, onde não devemos nunca nos surpreender em achá-lo.

Capítulo 2
An Emergent Manifesto of Hope - Pagitt & Jones (ed)
Baker Books
ISBN 978-0-8010-6807-2


Saturday, May 10, 2008

Música: Serviremos

(Clique na imagem abaixo para ampliá-la)




Aproveite para cantar na sua igreja (ou casa).

Letra:

Serviremos - Tim Hughes
tradução: K-fé

Salvador e justo Senhor
Que liberta os pobres e os fracos
Quis servir e não ser servido

Nos deixaste o mandamento:
"Receberam sem pagar
Logo, dêem sem cobrar"

Serviremos com pão a quem tem fome
Ao lado dos mais fracos
Serviremos

Nos ajude a não só cantar
Mas a também a agir
A servir

Com justiça sempre agir
Vendo o próximo com compaixão
Caminhando humildemente

Nos deixaste o mandamento:
"Receberam sem pagar
Logo, dêem sem cobrar"

Software with amnesia - part 3

MSDN is yet another software with amnesia. I thought it would remember my language choices, but it always forgets it.

Friday, May 09, 2008

Software with amnesia - part 2

MSN is another software with amnesia. It forgets my password many times during the day. Why does it always promise to save it, only to forget it 3 minutes after? And it asks me if I forgot my password. No I didn't, Mr. MSN. You did!

Wednesday, May 07, 2008

Software with amnesia

Internet Explorer has amnesia. It promises me to remember my password, but it always forgets it many times during the day.

Friday, May 02, 2008

Software coding standards

In the 2007 Microsoft TechEd conference I joined a Birds of a Feather, that is, a discussion session, on software coding standards. The discussion was going through those 'interesting' topics: indentation, convention of variable names, etc. At one point the presenter/moderator showed this C# example:

int a = 3.14;

And asked the audience to comment. I guess the first person said that the variable should be called pi. The second person said it should be PI, in uppercase. Then the third person said that the type should be a double and not an int.

double PI = 3.14;

My position, which I stated at some point, was that the discussion was going in the wrong direction, that these kind of standards are a waste of time. I was crucified by most, and congratulated by a few after the session. More on that below...

This is how my thought progressed.
1- It shouldn't be
double PI = 3.14;
The developer should use Math.PI instead of creating a variable.
2- Why do you need to reference PI? Are you sure you are coding against the requirements?
3 - What are the requirements? Are you sure the requirements reflect what the customer wants?
4- Who is the costumer? Is the customer sure that the requirements and what they want address what they need?

Going back to the discussion, people were angry with my 'disregard' for coding standards because they had high costs of software maintenance, low levels of programming productivity and so on.
"If everyone codes in different ways nobody will understand each other's code."
"I opened source code of 20 years ago and there was no comment."
"If only we could unify our coding standards we could fix more quickly the bugs"
etc

My intuition: they were looking for a scapegoat for their problems. With the average American IT manager living in a modernist and consumerist society it's natural to look for quick fixes to problems. Here are some other items for the discussion:
- If you are having problems with maintenance, take a look at second look at the source. Would developers create better software if they were trained? Is training not accessible to many or is training in general not effective in this problem?
- Instead of debating coding standards, why not speak about software patterns and reuse?
- What about the project life cycle? Are developers creating bad software because of the lack of software methodologies?
- Are developers creating bad software because of time pressure and an office culture of competition instead of cooperation?
- How many times do developers reinvent the wheel because they are not humble enough to reuse other software? How many times do developers reinvent the wheel and create bloated code because they want to create problems only to solve them later to justify their position and work?
- What about time to market? At times it is better to ship quickly 'bad' software. Or better, to ship simpler (well documented, well thought) software.
- (Making a point just for the sake of discussion: ) It's better not to comment the code so that whoever reads it after will really think about he/she is reading and make an effort to better understand the code.

Saturday, April 26, 2008

Friday, April 25, 2008

"Cantemos mais forte, irmãos"

"Cantemos mais forte, irmãos"
atribuído a Penny Lea

"Eu morei na Alemanha durante o Holocausto Nazista. Eu me considerava um cristão. Eu ia à igreja desde criança. Nós havíamos ouvido as histórias do que estava acontecendo com os Judeus, mas como a maioria das pessoas hoje aqui nesse país, nós tentamos nos distanciar da realidade do que estava acontecendo. O que alguém poderia fazer para parar aquilo? Havia uma ferrovia atrás da nossa pequena igreja, e cada Domingo de manhã nós ouvíamos o apito de longe e depois o bater das rodas do trem nos trilhos. Ficamos transtornados num Domingo quando ouvimos gritos vindo do trem passando. Asperamente, nos demos conta de que o trem transportava Judeus. Eles pareciam gado nos vagões! Semana após semana aquele apito de trem tocava. A gente ficava com medo de ouvir o som daquelas rodas porque sabíamos que os Judeus começariam a gritar por nós ao passarem pela igreja. Era altamente atordoante! Não podíamos fazer nada para ajudar aquelas pessoas coitadas, mas seus gritos nos atormentavam. Nós sabíamos exatamente a hora que o apito tocava, e nós decidimos que a única maneira de não sermos tão atordoados pelos clamores era começarmos a cantar nossos hinos. Na hora que o trem passava pelo pátio da igreja, nós cantávamos a plenos pulmões. Quando alguns dos gritos chegavam aos nossos ouvidos, nós apenas cantávamos um pouquinho mais forte até que não conseguíssemos mais ouví-los. Passaram anos e ninguém mais fala sobre o assunto, mas eu ainda ouço aquele apito do trem nos meus sonhos. Eu consigo ouví-los clamando por ajuda. Perdoa-nos a todos, Deus, que nos chamamos Cristãos, mas que não fizemos nada para intervir."


(tradução de K-fé)

Monday, April 21, 2008

Bad service in restaurants in Orléans

We went twice to Swiss Chalet in Orléans, ON (@ Innes Road). Both times waiting times were high. That is, time waiting to place the order, time waiting for the food and so on. Imagine that with two small children. We're not coming back.



We also waited for long minutes at Boston Pizza in Orleans, ON, (@ Innes Road too) to be served on a regular Sunday.




Both waiting times were long, but Swiss Chalet won the prize of the worst one.

Thursday, April 17, 2008

Delta or difference between DataSets

Problem: determining the delta or difference between System.Data.DataSets.

Suppose you have one original DataSet (or XML that can be transformed to a DataSet) and a user modifies the data, yielding a second DataSet. Suppose you want to have smaller DataSets with only what was changed. With this smaller DataSets you can update the database or send data through a web service touching only what is needed.

The problem with DataSet's Merge and GetChanges methods is that I couldn't get changes alone. For some reason the DataSet would not recognize my primary keys. And I couldn't find a way to have only the data that was touched.

Microsoft's XmlDiff package is near what we need. It can detect changes and create patches for it. But it reconstructs the whole original data after the patch is applied. It doesn't single out only what was changed.

Approach: use and change the XmlDiff package (available here: http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/aa302294.aspx ) to annotate the changes, and XSLT to filter what is needed. XmlDiff will compare two XML documents and annotate differences.

This is how one may use it:


using System.Xml;
using
Microsoft.XmlDiffPatch;

...

protected static string Delta(string originalXmlRead, string userData) {

XmlReader
xrOriginal= XmlReader.Create(new StringReader(originalXmlRead));
XmlReader
xrUserGiven = XmlReader.Create(new StringReader(userData));

XmlDiff diff = new XmlDiff(
XmlDiffOptions.IgnoreChildOrder | XmlDiffOptions.IgnoreComments |
XmlDiffOptions.IgnoreDtd | XmlDiffOptions.IgnoreNamespaces |
XmlDiffOptions.IgnorePI | XmlDiffOptions.IgnorePrefixes |
XmlDiffOptions.IgnoreWhitespace | XmlDiffOptions.IgnoreXmlDecl);

StringBuilder sb = new StringBuilder();
diff.Compare(xrOriginal, xrUserGiven, XmlWriter.Create(sb));
string diffg = sb.ToString();
XmlPatch
patch = new XmlPatch();

XmlDocument xmlDelta = new XmlDocument();
xmlDelta.LoadXml(originalXmlRead);
patch.Patch(xmlDelta, XmlReader.Create(new StringReader(diffg)));

return xmlDelta.InnerXml;
}

( It would be more elegant to extend the classes, but I was prototyping. And when I prototype I like to violate all the rules of Object Orientation. If for nothing else, just to prove the importance of OO :) )

- Change XmlDiffPatch's source by adding extra attributes according to the operation.

In XmlPatchOperations.cs:

- change PatchAddXmlFragment's Apply method:

while ( enumerator.MoveNext() )
{
XmlNode newNode = doc.ImportNode( (XmlNode)enumerator.Current, true );
// new stuff
XmlAttribute newAtt = doc.CreateAttribute("Patch"); // - begin gf
newAtt.Value = "PatchAddXmlFragment";
newNode.Attributes.Append(newAtt); // -- end gf

parent.InsertAfter ( ... // old stuff


- change PatchChange's Apply method:

case XmlNodeType.CDATA:
case XmlNodeType.Comment:
Debug. blah blah blah
((XmlCharacterData) blah blah blah
currentPosition = blah blah

// new stuff
if (parent.NodeType == XmlNodeType.Element) // -- begin gf
{

XmlAttribute xa = parent.OwnerDocument.CreateAttribute("Patch");
xa.Value = "PatchChange";
parent.Attributes.Append(xa);

} // -- end gf
break;


- The change to PatchRemove's Apply is left as an exercise to the reader :)

You'll then end up with some annotated XML, with new attributes pointing to changes, like this:

<vivaomengo>

<product>
<productid>Id_1</productid>
<definition>AA1</definition>
</product>
<product>
<productid>Id_2</productid>
<definition patch="PatchChange">AA2Prime</definition>
</product>
<product patch="
PatchAddXmlFragment">
<productid>Id_4</productid>
<definition>AA4New</definition>
</product>
</
vivaomengo>

The 'untouched' XML parts are still there. Let's filter it out. Apply this transformation:

<?xml version="1.0"?>

<xsl:stylesheet version="1.0" xmlns:xsl="http://www.w3.org/1999/XSL/Transform" xmlns:msxsl="urn:schemas-microsoft-com:xslt" exclude-result-prefixes="msxsl" > <xsl:output method="xml" indent="yes"/>

<xsl:template match="/VivaOMengo">
<changesplit>
<changes>
<VivaOMengo>
<xsl:apply-templates select = "*[*/@Patch='PatchChange']" />
<xsl:apply-templates select = "*[@Patch='PatchChange']" />
</VivaOMengo>
</changes>
<additions>
<VivaOMengo>
<xsl:apply-templates select = "*[*/@Patch='PatchAddXmlFragment']" />
<xsl:apply-templates select = "*[@Patch='PatchAddXmlFragment']" />
</VivaOMengo>
</additions>
</
changesplit>
</
xsl:template>

<xsl:template match="Product[*/@Patch]">
<xsl:copy-of select="."/>
</xsl:template>

<xsl:template match="*[@Patch]">
<xsl:copy-of select="."/> </xsl:template>

</xsl:stylesheet>


A couple of things to point out. First, changes and additions are separated. Second, one element is hardcoded in the matching rule <span style="font-weight:
bold;">match="Product[*/@Patch]" .</span> You may find
some other XPATH expression that is agnostic to your data.

You'll end up with something like this:

<changesplit>
<changes>
<
vivaomengo>
<product>
<
productid>Id_2</productid>
<definition patch="PatchChange">AA2Prime</definition>
</product>
</
vivaomengo>
</changes>
<additions>
<
vivaomengo>
<product patch="
PatchAddXmlFragment">
<productid>Id_4</productid>

<definition>AA4New</definition>
</product>
</vivaomengo>
</additions>
</changesplit>


Note that the XML includes <span style="font-weight: bold;">only what was changed</span>! And that the XML inside the changes and additions elements are 'DataSet' friendly.

Now we can apply separate XSLT to get changes and additions. This is the one for changes:


<?xml version="1.0"?>
<
xsl:stylesheet version="1.0" xmlns:xsl="http://www.w3.org/1999/XSL/Transform"
xmlns:msxsl="urn:schemas-microsoft-com:xslt"
exclude-result-prefixes="msxsl" >

<xsl:output method="xml" indent="yes"/>
<
xsl:template match="changesplit">
<xsl:apply-templates select = "changes" />
</
xsl:template>
<
xsl:template match="changes">
<
xsl:copy-of select="*"/>
</
xsl:template>

</xsl:stylesheet>

When applied to the previous XML it yields:


<
vivaomengo>
<product>
<
productid>Id_2</productid>
<definition patch="
PatchChange">AA2Prime</definition>
</product>
</vivaomengo>


And very similar to the transformation before, here's the one for additions:

<?xml version="1.0"?>

<xsl:stylesheet version="1.0" xmlns:xsl="http://www.w3.org/1999/XSL/Transform"

xmlns:msxsl="urn:schemas-microsoft-com:xslt" exclude-result-prefixes="msxsl" >

<xsl:output method="xml" indent="yes"/>
<
xsl:template match="changesplit">
<xsl:apply-templates select = "additions" />
</
xsl:template>
<
xsl:template match="additions">
<xsl:copy-of select="*"/>
</
xsl:template>

</xsl:stylesheet>

- This is how you can use it in code.


// get only what is to be updated

protected string Annotate(string delta)
{
XslCompiledTransform xslt = new XslCompiledTransform();
xslt.Load(Properties.Settings.Default.SplitXSLTPath);
StringBuilder ann = new StringBuilder();
StringWriter sw = new StringWriter(ann);
xslt.Transform(XmlReader.Create(new StringReader(delta)), null, sw);
return ann.ToString();
}

and now we have

string delta = Delta( originalXML, newUserData);
string
annData = Annotate(delta);
webServicesClient.UpdateTheDatabase(
annData);


On the server side you can then filter the updates and de-serialize the XML string to DataSets.


public void UpdateTheDatabase( string annData ) {
string xmlDatasetUpdate = FilterUpdateDataset(annData);
DataSet ds = new DataSet();
ds.ReadXmlSchema(XmlReader.Create(Properties.Settings.Default.SchemaPath));
ds.ReadXml(XmlReader.Create( new StringReader(xmlDatasetUpdate)), XmlReadMode.ReadSchema);
...

private string FilterUpdateDataset(string diffAnnotated)
{
XslCompiledTransform xslt = new XslCompiledTransform();
xslt.Load(Properties.Settings.Default.FilterChangesXSLTPath);
StringBuilder changed = new StringBuilder();
StringWriter sw = new StringWriter(changed);
xslt.Transform(XmlReader.Create(new StringReader(diffAnnotated)),null, sw);
return changed.ToString();
}


The chage for additions is analogous. You just have to use the other XSLT in another method similar to FilterUpdateDataset.



Friday, April 11, 2008

Pai nosso informático

Pai nosso, que estás na realidade virtual, que todos reconheçam que o teu domínio é
único. Baixa o teu Sistema. Que a tua vontade seja feita aqui no mundo real como é
feita no virtual! Dá-nos hoje a versão que precisamos. Perdoa os nossos erros como
também nós perdoamos as pessoas que nos dão informações erradas. E não deixes cair a
nossa conexão, mas livra-nos do vírus. Pois teu é o Sistema, o conhecimento e a
glória, para sempre. Enter!

- K-fé

Porque eu não gosto de música gospel

(Artigo original: http://www.reclaimingthemind.org/blog/2007/05/25/why-i-dont-like-christian-music/#more-191 )
" Bem, o título telegrafou minha falta de entusiasmo pela música cristã, então não vou fazer um post organizado. Pronto, desabafei. Eu não gosto de música gospel. Na verdade, penso que a música cristã é uma coisa errada. Sei que alguns de vocês não vão concordar comigo, mas eu estou certo. Vocês devem simplesmente dar me razão dessa vez. Tá bem, talvez tenha exagerado, mas deixem-me expressar minha estranha paixão aqui de qualquer forma. :) Por que eu não gosto de música gospel? Boa pergunta. Já me perguntei várias vezes. O que acontece comigo é assim: eu vou dirigindo e escutando um locutor de rádio. Termina a transmissão do programa Renovação da Mente, e é substituído por uma hora de música cristã. Eu mudo de estação imediatamente procurando outra música. Talvez algo dos anos 90. Os anos 90 foram uma ótima década para a música. Aqui está a minha ordem de preferência:

1. U2
2. Lifehouse
3. Creed
4. Cranberries
5. Alanis Morresette
6. Smashing Pumkins
7. Matchbox 20
8. Nickleback
9. REM
10. Pearl Jam

Essa é a minha lista. Na verdade, pode ver o meu tocador de MP3 e você vai ver a mesma lista. Sei o que você está pensando. Nenhum grupo acima é cristão. Alguns chegaram a ser considerados anti-cristãos. Mesmo U2, Lifehouse e Creed, tendo membros cristãos, não são bandas cristãs. Eu gosto disso. Na verdade, se eles mudassem e tivessem o título de "rock cristão" eu provavelmente abaixaria a cabeça com tristeza e pararia de ouví-los. Acharia que "eles cederam à pressão da rede de sub-cultura cristã." Eu precisaria de mais de um post de blog para explicar meus motivos para isso (especialmente porque eu mesmo não compreendo-os completamente), mas deixe-me mostrar alguns pensamentos. De forma geral, não gosto da mentalidade cristã de que os crentes devem criar sub-culturas cristãs para serem verdadeiramente crentes. Temos sub-culturas para tudo. Quando as pessoas vêm à igreja elas têm que aprender uma linguagem diferente, mudar a forma que se vestem, ler somente livros cristãos, começar a gostar de órgão (pelo amor de Deus) , e limitar sua diversão cinematográfica à Paixão de Cristo e Deixados para Trás. Por quê? Porque nós precisamos nos conformarmos à sub-cultura que diz que tudo fora da sub-cultura cristã é mau na pior das hipóteses e perigoso na melhor das hipóteses.
Eu não gosto especialmente de uma sub-cultura num gênero que é um gênero humano: a música. O que que isso quer dizer? Creio que a igreja deve existir como igreja, representando Cristo na cultura. Isto não quer dizer simplesmente que nós devemos sair oferecendo o evangelho a todas as pessoas que virmos (por mais importante que seja evangelismo), mas sim representando Cristo sendo humanos. Nós fazemos parte de uma cultura, nós não somos uma sub-cultura. Se uma pessoa tem inclunação musical, ele ou ela pode honrar a Deus com sua música, mas isso não quer dizer necessariamente que toda música que cantem contém as palavras "Jesus", "Deus", ou "salvo". Por que é que quando as pessoas se tornam crentes na indústria musical se sentem pressionados a somente cantar músicas sobre Cristo?
Deixe-me ser direto: penso que a maioria das músicas gospel são falsas.
Eu prefiro ouvir sobre as vidas verdadeiras das pessoas, lutas verdadeiras, paixões verdadeiras a coisa rasa que eu ouço que vem da indústria gospel. Transparência é a chave. Eu prefiro ouvir alguém lutando sinceramente com as dificuldades da vida a ouvir àqueles que agem como se tivessem todas as respostas quando sei que não é mesmo o caso. Eu prefiro ouvir alguém sinceramente xingando Deus a louvando seu nome hipocritamente. Música tem a ver com tocar a parte mais profunda da alma humana, tomando posse das paixões de tal maneira que nenhuma outra forma de comunicação consegue. Um filósofo Grego já disse "Você pode ter governo e educação, mas me dê a música e eu controlarei as pessoas". Música tem a ver com encontrar as pessoas onde elas estiverem. Por exemplo, Disarm do Smashing Pumpkins mais pergunta do que dá respostas. Cumbersome do Seven Mary Three mesmo que deprimente aborda situações reais onde a vida é impressionante e triste. Este é um componente essencial na música. As lutas, alegrias, raivas, frustrações entram em você e dizem "a vida é assim". Não deve nunca venerar a sub-cultura, mas comunicar às pessoas aonde elas estiverem. Não foi isso que Davi fez nos Salmos? Os Salmos não são música? Mas os Salmos são reais. Alguns gritam com Deus com ira verdadeira, outros louvam sua criação. Até o Cântico dos Cânticos é sobre vida real. É sobre sexo e não precisa mencionar Deus nenhuma vez para honrá-lo.
Não estou dizendo que a música deve procurar banalizar e glorificar o pecado, mas ela não deve tampouco evitar os problemas do pecado. Também não estou dizendo que a música que listei acima necessariamente honra a Deus, mas pelo menos é real. O U2 canta músicas verdadeiras. O Bono, the Edge, Larry Mullin e Adam Clayton são todos crentes, mas não são uma banda cristã. Por quê? Porque eles querem causar um impacto no mundo real, falando de problemas reais com sinceridade, abertura e transparência. Se eles entrassem no gênero "gospel", eles teriam que usar a mesma máscara que todos os outros. Eles sabem disse e sabiamente se mantêm fora da sub-cultura musical cristã.
Não tem razão para os crentes criarem sub-culturas. Na verdade, é uma concessão. Deus criou a música. Ele não requer que você mencione seu nome em todas as músicas mais do que ele requer em cada email ou conversa que você tem. A vida verdadeira pode honrar a Deus sem mencionar o seu nome. Não sou contra mencioná-lo, mas deixe que sua música reflita o mundo
real. Ele deve ser honrado em todas as coisas. A mesma coisa pode ser dita sobre toda diversão. Eu não gosto da indústria de vídeo cristã pelos mesmos motivos, mas isso é um outro post.
Podem soltar os cachorros agora.
"
---




Michael Patton tem bacharelado em artes em estudos bíblicos na Universidade de
Estudos Bíblicos e Seminário em Betânia, Oklahoma. Ele obteve um mestrado
em teologia em Estudos Neotestamentários do Seminário Teológico de
Dallas. Michael é presidente dos Ministérios Reclaiming the Mind. Ele
também é um organizador do Theology Unplugged, um programa de rádio pela
Internet dos Ministérios Reclaiming the Mind.

(Translation by Gustavo from article at http://www.reclaimingthemind.org/blog/2007/05/25/why-i-dont-like-christian-music/#more-191 )

Thursday, April 10, 2008

Gretta Vosper. A secular humanist

I find these thoughts disturbing. I think the guest professor posed a very good question. Why does she call herself a Christian? She should call herself a secular humanist. Nothing against it, it's just a matter semantics.
I find what she is doing to the meaning of words in Christianity harmful. I think I am open-minded, but this is just outside the boundaries of orthodoxy.

Listen to it (click on the pink triangle below)



This aired Monday, April 7 2008 on CBC radio, on The Current:

"
Gretta Vosper, Progressive Christian

If anyone can be forgiven for having an identity crisis, you'd think it would be Jesus.
For millions of evangelical Christians, he is literally the son of God, whose death upon the cross absolved believers of their sins. In pop culture, he was Mary Magdalene's husband and the father of a European dynasty. And for some of the world's more iconoclastic theologians and biblical historians, he's more of an idea than a person, probably wasn't resurrected from the dead and might not have existed at all.

Christianity, in its many denominations, is wrestling with these mixed messages. But according to a member of the United Church of Canada's clergy, who Jesus was doesn't matter, and neither does the Bible or God Himself (or Herself).

Gretta Vosper is a minister at West Hill United Church in Toronto and the author of the new book, With or Without God: Why the Way We Live is More Important Than What We Believe. She joined us in Toronto.

"

Wednesday, April 09, 2008

Crown Him with many crowns

Crown Him with many crowns

Words: Verses 1, 4, 5, 6 & 9: Mat­thew Bridg­es, The Pass­ion of Je­sus, 1852; verses 2 & 3: Godfrey Thring, Hymns and Sac­red Lyr­ics, 1874.
Music:
Di­a­de­ma­ta, George Job El­vey, Hymns An­cient and Mo­dern, 1868

Crown Him with many crowns, the Lamb upon His throne.
Hark! How the heavenly anthem drowns all music but its own.
Awake, my soul, and sing of Him who died for thee,
And hail Him as thy matchless King through all eternity.

Crown Him the virgin’s Son, the God incarnate born,
Whose arm those crimson trophies won which now His brow adorn;
Fruit of the mystic rose, as of that rose the stem;
The root whence mercy ever flows, the Babe of Bethlehem.

Crown Him the Son of God, before the worlds began,
And ye who tread where He hath trod, crown Him the Son of Man;
Who every grief hath known that wrings the human breast,
And takes and bears them for His own, that all in Him may rest.

Crown Him the Lord of life, who triumphed over the grave,
And rose victorious in the strife for those He came to save.
His glories now we sing, who died, and rose on high,
Who died eternal life to bring, and lives that death may die.

Crown Him the Lord of peace, whose power a scepter sways
From pole to pole, that wars may cease, and all be prayer and praise.
His reign shall know no end, and round His piercèd feet
Fair flowers of paradise extend their fragrance ever sweet.

Crown Him the Lord of love, behold His hands and side,
Those wounds, yet visible above, in beauty glorified.
No angel in the sky can fully bear that sight,
But downward bends his burning eye at mysteries so bright.

Crown Him the Lord of Heaven, enthroned in worlds above,
Crown Him the King to Whom is given the wondrous name of Love.
Crown Him with many crowns, as thrones before Him fall;
Crown Him, ye kings, with many crowns, for He is King of all.

Crown Him the Lord of lords, who over all doth reign,
Who once on earth, the incarnate Word, for ransomed sinners slain,
Now lives in realms of light, where saints with angels sing
Their songs before Him day and night, their God, Redeemer, King.

Crown Him the Lord of years, the Potentate of time,
Creator of the rolling spheres, ineffably sublime.
All hail, Redeemer, hail! For Thou has died for me;
Thy praise and glory shall not fail throughout eternity.

Tuesday, April 08, 2008

Música comunitária, culinária comunitária, concursos. Participe!

Concurso de música de louvor comunitário

Patrocínio: W4 Editora
Apoio: Portal Cristianismo Criativo

O concurso de música de louvor comunitário do site Louvor Brasil busca estimular e premiar a produção de música de qualidade para cultos. Não procuramos gravações profissionais de estúdio, mas gravações caseiras para que muitos possam participar. Grave com seu violão no seu quarto, ou com um cavaquinho e caixa de fósforos com os amigos. É fácil participar! Recomende este concurso para seus(suas) amigos(as)!

Categorias:
1 Música comunitária - Trecho Bíblico
A letra deve ser um trecho Bíblico

2 Música comunitária - Livre
Sem restrições de letra

Critérios:
- criatividade da letra
- conceitos teológicos no todo
- facilidade de cantar em grupo
- brasilidade da letra e música
- dinâmica de grupo ou gestos

Áudios caseiros de baixa qualidade serão aceitos sem distinção. Não haverá distinção entre áudios caseiros e gravações em estúdio. ( Aconselha-se gravar áudio caseiro. )

Palavras proibidas em ambas as categorias: abundância, aleluia, altar, amado, apaixonado, contemplar, cura, exército, fogo, glória, inimigo, noiva, paixão, presença, prostrar, quebrantado, Rei, rio, tremendo, unção, vencedor, vitória

Inscrição: Limite: 31 de Maio de 2008
Enviar por email: 1- nome da categoria, 2 - letra da música, 3 - parágrafo sobre a música. Descrição de intenções e idéias. 4 - descrição de dinâmica de grupo ou gestos se houver

Inscreva-se já! As quatro primeiras pessoas inscritas que forem classificadas para a segunda fase ganham grátis um exemplar do CD "A Bíblia Cantada", por Denise Frederico.

Envio da música: 7 de Julho de 2008
Enviar por email: 1 - letra da música versão final, 2 - parágrafo descrevendo as idéias da música, 3 - descrição da dinâmica de grupo ou gestos, 4 - áudio em MP3 ou WMA, 5 - de uma a 4 fotos dos participantes

Restrições:
Instrumentos. Não pode ter: teclado ou sintetizador, bateria, baixo elétrico. Não pode ter mixagem em computador (edição por software para cortar início e fim de áudio pode).
Melodia: a melodia deve ser cantada por duas pessoas ou mais, podendo haver trechos onde apenas uma pessoa canta.
Todo canto deve ser em uníssono.

A letra enviada na inscrição não precisa ser a versão final. Espera-se, contudo, que a versão final seja parecida com a primeira versão. Ao se inscreverem os participantes cedem permissão para disponibilizar publicamente o material enviado através do site Louvor Brasil. A autoria e os créditos serão propriamente descritos. O número de submissões por pessoa é ilimitado.

Prêmios:

Para cada categoria:
1o lugar: R$ 40 +

Pacote de 6 livros:
1. "Walk On - A jornada espiritual do U2"
2. "O Coração do Artista - Construindo o caráter do Artista Cristão"
3. "O que fazemos com estes músicos?"
4. "Cristianismo Criativo? - Uma visão sobre o cristianismo e as artes"
5. "Senhor, em que posso te servir?"
6. "Transformados pela Palavra de Deus - A fé na dinâmica do cotidiano"

2o, 3o e 4o lugares: R$ 20 + um exemplar do livro "Cristianismo Criativo? - Uma visão sobre o cristianismo e as artes"

Os livros são fornecidos pela nossa patrocinadora, a W4 Editora.
Envie sua inscrição para Gustavo Frederico no email u9x3n_15so@hotmail.com (Participação restrita a moradores no território nacional)

Datas:
31 de Maio de 2008: Data limite para inscrição
6 de Junho de 2008: Anúncio dos selecionados para segunda fase
7 de Julho de 2008: Data limite para envio do material (segunda fase)
22 de Julho de 2008: Anúncio dos ganhadores

Envios após as datas limites não serão aceitos.

Visite http://louvorbrasil.pbwiki.com regularmente para obter informações atualizadas sobre o concurso.

Participe!


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Concurso de receita culinária comunitária
Envie sua receita culinária mostrando como um grupo pode incorporar orações, gestos, danças, declamações, versículos bíblicos e recitações enquanto cozinham juntos. É fácil de participar! Recomende este concurso para seus(suas) amigos(as)!

Critérios:
- criatividade
- conceitos teológicos no todo
- facilidade de cantar em grupo
- brasilidade da letra e música
- dinâmica de grupo ou gestos
- clareza das descrições da receita e dinâmica de grupo ou gestos

Vídeos caseiros de baixa qualidade serão aceitos sem distinção. ( Aconselha-se fazer vídeos caseiros. ) Os selecionados para a segunda fase deverão fazer o upload do vídeo para o site Youtube.com. Vídeos de webcams e celulares no site Youtube.com serão aceitos.

Inscrição: Limite: 31 de Maio de 2008
Enviar por email: 1- nome da categoria (receita culinária comunitária), 2 - letra (da música se houver, e/ou recitações), 3 - parágrafo sobre a receita. Descrição de intenções e idéias. 4 - descrição da dinâmica de grupo ou gestos

Inscreva-se já! As quatro primeiras pessoas inscritas que forem classificadas para a segunda fase ganham grátis um exemplar do CD "A Bíblia Cantada".

Envio da receita: Limite: 7 de Julho de 2008
Enviar por email: 1 - versão final da letra, 2 - parágrafo descrevendo as idéias ou motivações da receita, 3 - descrição da dinâmica de grupo ou gestos, 4 - link para vídeo no site Youtube.com, 5 - de uma a 4 fotos dos participantes e da comida

A letra enviada na inscrição não precisa ser a versão final. Espera-se, contudo, que a versão final seja parecida com a primeira versão. Não enviar o arquivo de vídeo por email. Enviar apenas o link para o vídeo no site Youtube.com. No vídeo devem ter duas pessoas ou mais.
Ao se inscreverem os os participantes cedem permissão para disponibilizar publicamente o material enviado através do site Louvor Brasil. A autoria e os créditos serão propriamente descritos. O número de submissões por pessoa é ilimitado.

Prêmios:
Para cada categoria:
1o lugar: R$ 40
2o, 3o e 4o lugar: R$ 20

Envie sua inscrição para Gustavo Frederico no email u9x3n_15so@hotmail.com

Datas:
31 de Maio de 2008: Data limite para inscrição
6 de Junho de 2008: Anúncio dos selecionados para segunda fase
7 de Julho de 2008: Data limite para envio do material (segunda fase)
22 de Julho de 2008: Anúncio dos ganhadores

Envios após as datas limites não serão aceitos.

Visite http://louvorbrasil.pbwiki.com regularmente para obter informações atualizadas sobre o concurso.

Participe!

Monday, April 07, 2008

Os canibais filósofos e as cruzes da verdade e da mentira

(Português abaixo)

One missionary was in his living room speaking to his grandchildren.
"I once was a missionary among a tribe of cannibals. I was with a friend of mine when they surrounded us in the jungle and arrested us. They explained to us they were into philosophy and that they had a process to kill their prey. They had two crosses: the cross of truth and the cross of lie. They would ask each one of us to say something. If that something was true, we would die in the cross of truth. If it were a lie, we would die in the cross of lie."
Obviously the missionary managed to escape. What happened? He continued.
"My friend began. He said 'I love my family'. Then the cannibals determined that he was right. And he died in the cross of truth. Then it was my turn. I said 'I'll die in the cross of lie'. "
The cannibals thought, and thought and thought... They couldn't hang him in the cross of truth because the statement wouldn't be true. And they couldn't hang him in the cross of lie because the statement would be true. They had to let him go.

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Um missionário estava na sua sala de estar conversando com seus netos.
"Eu era um missionário entre uma tribo de canibais. Eu estava com um amigo quando eles nos cercaram na floresta e nos prenderam. Explicaram-nos que eles estavam numa onda de filosofia e que eles tinham um processo para matar suas presas. Eles tinham duas cruzes: a cruz da verdade e a cruz da mentira. Eles pediriam a cada um de nós para dizer algo. Se fosse verdade, morreríamos na cruz da verdade. Se fosse mentira, morreríamos na cruz da mentira.
Obviamente o missionário conseguiu escapar. O que aconteceu? Ele continuou:
"Meu amigo começou. Ele disse 'Amo minha família'. Os canibais determinaram que ele estava certo. E ele morreu na cruz da verdade. Então chegou minha vez. Eu disse 'Eu vou morrer na cruz da mentira'."
Os canibais pensaram, pensaram, pensaram... Eles não podiam pendurá-lo na cruz da verdade porque a afirmação não seria verdadeira. E eles não podiam pendurá-lo na cruz da mentira, porque a afirmação se tornaria verdadeira. Eles tiveram que deixá-lo ir.

Saturday, April 05, 2008

Tuesday, April 01, 2008

Refugees in Canada: How Churches Can Welcome the Stranger

Refugees in Canada: How Churches Can Welcome the Stranger
Some Canadian Evangelicals are discovering the joy and challenges of ministering to refugees. Here’s how your church can be involved

In 1999 Chantal Mukabalisa approached her pastor with a simple, desperate plea: “Help my family come to Canada.” Fleeing racial persecution in their home country of Rwanda, Mukabalisa’s family had spent two years in Zambia cut off from family, home and dignity. That was before Calvary Community Church of Windsor, Ontario, sponsored them and welcomed them to Canada.

Kosovar refugees landing at CFB Trenton.

Now, far from the terror and hopelessness that brought her and her family here, Mukabalisa says “There is a life after the death of my people.”

Mukabalisa has a message for other churches across Canada. “They hold the key to open the doors for those people living in misery who don’t know what their tomorrow will be like,” she says. “That’s what Calvary Church members did.”

The statistics surrounding the plight of refugees are staggering. According to the World Refugee Survey, there are more than 12 million refugees worldwide.

In the face of the overwhelming challenge, however, there are tangible and often simple things that Canadian churches can do to help.

Learn about the issue

Did you know that the number of Iraqi refugees alone is estimated at between one million and four million? This number includes those who have escaped to neighbouring countries or are “internally displaced” having fled their own homes.

Speak to churches or ministries that work with refugees and ask questions. Do some research and you will be better equipped to determine if your church is ready to take the next step. Start with www.evangelicalfellowship.ca (click Social Issues > Issues > Refugees). You’ll find links to a variety of other groups, chief among them the Refugee Highway. It is a global organization of Christians committed to helping refugees and mobilizing the Church to do the same. The site www.refugeehighway.net is full of resources, some even designed for children to understand the issue.

Other great starting places include the United Nations refugee agency, www.UNrefugees.org, and the Canadian Council for Refugees, www.ccrweb.ca.

Sponsor a refugee

When Dave Senko, pastor of Calvary Community Church in Windsor, responded to Mukabalisa’s request for help, he didn’t know where to start. After a number of unsuccessful attempts to find an agency that would assist him, he found World Vision Canada has a program set up to help churches wanting to sponsor refugees.

Many evangelical denominations (and others) have ministries and programs devoted to helping refugees…

World Vision is not alone. Many evangelical denominations (and others) have ministries and programs devoted to helping refugees and equipping individual congregations to do the same. A simple phone call to your denomination’s headquarters will tell you if your tradition offers something similar.

Senko quickly discovered that refugee sponsorship involves the entire church family. “It must be the heart of the church,” Senko says, “because it is a fairly large endeavour.” Sponsorship involves agreeing to provide mentorship and support, financial and otherwise, for a refugee or refugee family for a 12-month period.

It means providing them with living accommodations and all the necessities for their daily lives, right down to toothbrushes. It means transporting them to various appointments and helping them with tasks some may take for granted, such as opening a bank account or figuring out how to operate household appliances.

Although it varies from place to place across the country, and depending on whether churches purchase all of the basic needs or provide in-kind items, churches can expect to spend about $15,000 to sponsor a couple or $20,000 to $25,000 for a family.

If you can’t sponsor, consider...

Many churches, while wishing to extend a hand of love and support to Canada’s most vulnerable newcomers, may find the financial commitment involved with full sponsorship too much to assume. But they can still get involved by way of a Joint Assistance Sponsorship in partnership with the Canadian government. The government seeks groups to enter mentoring relationships with families or individuals who need assistance beyond the initial year of sponsorship. The family is already here and needs help getting settled.

This extra care may be required for a number of reasons, from trauma due to violence or torture to medical disabilities. Ministries reaching out to refugees may also need help with things like household items, good quality used clothing or volunteers to help at their centre. Ask what is needed and see if your church can fill the gap. You can find out more at www.cic.gc.ca/english/refugees/sponsor/jas.asp.

It’s about community

At Mount Royal Mennonite Church in Saskatoon, Pastor Jack Dyck and his congregation heard about a group of Colombian refugees heading to Canada under government assistance. The congregation set about to welcome the new Canadians with a large reception and has continued to find ways to meet the needs of their newest neighbours by teaching English and even finding their own pastor – a Spanish-speaking pastor from Colombia who has served as a go-between to educate both the Colombians and the Canadians about language and cultural differences.

…privately sponsored refugees find work more quickly and have less difficulty adjusting…

Though government programs provide the essentials for refugees and have established systems for meeting their other needs, studies show that privately sponsored refugees find work more quickly and have less difficulty adjusting to Canadian culture because of the loving community that receives them.

Churches can work to provide the same warmth for government-assisted refugees and can connect with them by consulting the agencies currently working with them. (See http://cic.gc.ca/english/resources/publications/welcome/wel-20e.asp for a list of agencies.)

By far the largest group of refugees arriving in Canada each year are refugee claimants. These are the “unofficial” refugees who make their claims for refugee status once they have set foot on Canadian soil. There are fewer support systems in place for them.

Matthew House, one of two Toronto reception houses for refugee claimants established by the Convention Baptists, is one place where these refugees receive a loving welcome.

Anne Woolger-Bell, director of Matthew House, says her vision is for more centres across Canada. “We can house 12 people at a time here,” she says, “but I turn away an average of one person a day. That means I help only a quarter of the people who come to our doors.” These people, in a strange place for the first time, have often traded their life savings for a chance to get to Canada. They typically have nowhere else to go but the city’s homeless shelters.

Until more Christian reception houses can be opened, Woolger-Bell has an innovative plan. “If church members even wanted to open up a bedroom in their houses, we could refer refugees to them and they could each have one refugee staying in their home.”

It’s about being a friend

Stewart Coutts marvels at the new Karin family freshly arrived from Thailand through sponsorship by the Alliance church in Prince Albert, Saskatchewan, where he serves as assistant pastor. Upon arriving in the new townhouse rented for his family by the church, the grandfather asked two important questions: “May we come and go as we please?” and “Will we have to leave this place?”

In the end, what refugees to Canada may need most is what Canadian Evangelicals can supply in abundance: friendship.

Carey Clark is a freelance writer based in Toronto.

Originally published in Faith Today, November/December 2007.

We must never forget the commandment to welcome the stranger

Janice Kennedy, The Ottawa Citizen
Published: Sunday, March 30, 2008

This Thursday, Ottawans will gather at a banquet hall to eat, dance, participate in a silent auction and generally contribute to yet another fundraiser for yet another worthy cause. This Thursday is also Refugee Rights Day, the anniversary of a Supreme Court ruling 23 years ago that refugee claimants’ rights to life, liberty and security of the person are protected by our Charter of Rights and Freedoms. The two events are not unrelated. The fundraiser is for a remarkable little Ottawa group called Helping With Furniture (helpingwithfurniture.com), founded less than three years ago by friends Buffey Cassidy and Nathalie Maione. HWF picks up used furniture and household goods from people who might otherwise have to leave them for the landfills, and then delivers the goods to refugee families who have, almost literally, nothing.

Cassidy still recalls the scene that greeted her a couple of years ago when furniture landed on the doorstep of a family from El Salvador. Mother, father and three young children had been living for two full months with nothing — nothing — but blankets on the floor. No table, no chairs, no mattresses.

Forty-five minutes later, HWF had set up a household for them. Cassidy remembers one of the little boys shyly taking her hand, and then the whole family holding hands with the volunteers. She remembers the father’s prayer in Spanish, the way he told God he thought they’d been abandoned, but now they had hope.

Cassidy, 39, and Maione, 46, are busy women, both of them operators of home-based daycares. So there must be a pretty good reason for the endless volunteer hours they put in, the heavy lifting they do, the out-of-pocket money they freely spend. And there is.

The women saw a problem and knew they could do some small thing about it. (The organization, which receives no grants and is only now getting charitable status — having relied exclusively on donations and goodwill — has helped more than 140 families in its brief history.) They also knew they could coax a sliver of hope into hopeless lives.

Cassidy is originally from a Nova Scotia fishing village, and Maione emigrated with her family from France as a child. Although neither suffered the deprivations of desperate refugees, both understand firsthand the unsettling reality of being a stranger in a strange place.

That kind of empathic understanding is really what it’s all about, in the end.

Refugees, and immigrants generally, challenge our collective conscience.

We harbour attitudes among us that are often closed and suspicious, fit-in-or-go-home mentalities. We’re confronted by some people’s curiously entrenched beliefs that immigration here should have stopped with the French, or the Scots, English and Irish, or the Chinese railway labourers, or the Calabrians, or the postwar refugees from eastern Europe — or any of countless communities of choice and identity.

(To such folks, might I offer a simpler approach? Let go of the anger, embrace the diversity and cherish the new social wealth that has come to us with broader immigration. Far less stressful.)

But of course, there’s more to the issue than attitude, surly or sunny.

Many Canadians justifiably worry about a disruption of the delicate national balance, economically, culturally, socially, politically. Many Canadians — sometimes even the same ones — also worry about how best to do the right thing. The stability of the nation must be safeguarded as much as its moral responsibility in a global community. What to do?

While there is no single answer to an issue involving so many complex spheres of national life, there is a single principle at its core, one that should guide all of us, whether we’re politicians and bureaucrats making life-anddeath decisions, or neighbours in a community.

That principle — and, really, it’s a kind of collective heartbeat — dictates simply that, yes, we are our brothers’ and sisters’ keepers. And we are for the most basic of reasons: because we are indeed all brothers and sisters. Because we look after others as we hope to be looked after ourselves. Because no matter how different our temperaments or how much we squabble, we are all family.

The way Canada treats its immigrants and refugee claimants is far from shameful. We do many things right, including legally recognizing these battered people’s fundamental human rights under our own Charter, a recognition we honour this Thursday. But we have a distance to go, a fact made evident by even a cursory visit to the website of the Canadian Council for Refugees (ccrweb.ca). Among other things, refugee claimants here are still being denied the right of appeal, and victims of human trafficking are not adequately protected by our legislation.

Those are large and important issues. But there are smaller important issues, too, and these are the ones that grassroots groups like Cassidy and Maione’s have set about addressing. Sometimes a single flickering image is all it takes to light a fire.

When you’re shaping your opinion of Canada’s evolving immigration and refugee policy, try picturing a young family. Imagine the five of them gathered in the sudden warmth of a home furnished with beds, chairs and delicate new promise. That’s the heartbeat. That is Cassidy and Maione’s approach.

“We always try to welcome them as neighbours,” says Cassidy.

In a world of complex government policy, solutions don’t come much simpler than that. Or more hopeful.
Janice Kennedy’s column appears weekly. E-mail: 4janicekennedy@gmail.com

O Islã é a maior religião do mundo

O Islã é a maior religião do mundo, informa o Vaticano

Nos próximos dias sairá o Anuário Pontifício 2008 mostrando que os católicos cederam a vanguarda do mundo aos muçulmanos como a religião mais difundida. A notícia foi confirmada ontem numa entrevista ao jornal L’Osservatore Romano por d. Vittorio Formentini, editor do Anuário. Os últimos dados, que são de 2006, mostram que 19,2% da população mundial é muçulmana e 17,4% é católica. O número dos fiéis católicos passou de um bilhão e 115 milhões, 2005, para um bilhão e cento e trinta e um, em 2006. Um aumento de 1,4%. A informação é do boletim eletrônico Periodista Digital, 30-03-2008.

Já no ano passado, o World Christian Database, uma organização especializada dos EUA, já havia antecipado os mesmos números. Os fiéis muçulmanos chegaram neste ano a um bilhão e 322 milhões de fiéis contra um bilhão e cento e quinze milhões de católicos.

Mesmo matizando os dados entre os dois grandes grupos muçulmanos, os sunitas e os xiitas, a relação de forças não muda. Largamente majoritária no mundo islâmico, os sunitas eram, em 2005, um bilhão e cento e cinqüenta e dois milhões, ou seja, 37 milhões mais que os católicos, enquanto a minoria xiíta, muito forte no Irã e no Iraque, somava 170 milhões.

Formentini destacou que se se somam todos os cristãos a cifra sobre para 33% da população mundial, uns dois bilhões de fiéis. “A América Latina continua sendo o grande fundamento do povo católico”, explicou o diretor do Anuário Pontifício.

No continente americano vivem a metade (49,8%) dos católicos do planeta.

No ano de 2006 houve um aumento de 700 sacerdotes no mundo. “Há uma melhora nas vocações, que na sua grande maioria vêm da América Latina e da Ásia”, disse Formentini.

A primazia dos muçulmanos é explicada pelo editor do L’Osservatore Romano pelo fato de que o islâmicos procriam um elevado número de filhos enquanto que os cristãos têm cada vez menos filhos.

Fonte: Lista da Fraternidade Teológica Latinoamericana seção Brasil

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As westerners revel in designer lattes and cappuccinos, impoverished Ethiopian coffee growers suffer the bitter taste of injustice. In this eye-opening expose of the multi-billion dollar industry, Black Gold traces one man's fight for a fair price.

Multinational coffee companies now rule our shopping malls and supermarkets and dominate the industry worth over $80 billion, making coffee the most valuable trading commodity in the world after oil.

But while we continue to pay for our lattes and cappuccinos, the price paid to coffee farmers remains so low that many have been forced to abandon their coffee fields.


Nowhere is this paradox more evident than in Ethiopia, the birthplace of coffee. Tadesse Meskela is one man on a mission to save his 74,000 struggling coffee farmers from bankruptcy. As his farmers strive to harvest some of the highest quality coffee beans on the international market, Tadesse travels the world in an attempt to find buyers willing to pay a fair price.

Against the backdrop of Tadesse's journey to London and Seattle, the enormous power of the multinational players that dominate the world's coffee trade becomes apparent. New York commodity traders, the international coffee exchanges, and the double dealings of trade ministers at the World Trade Organisation reveal the many challenges Tadesse faces in his quest for a long term solution for his farmers.



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