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Sunday, August 31, 2008
Amazon deforestation increases by 69% in last 12 months
Last Updated: Saturday, August 30, 2008 | 6:08 PM ET
The Associated Press
Amazon deforestation jumped 69 per cent in the past 12 months — the first such increase in three years — as rising demand for soy and cattle pushes farmers and ranchers to raze trees, officials said Saturday.
Some 8,147 square kilometers of forest were destroyed between August 2007 and August 2008 — a 69 per cent increase over the 4,820 square kilometers felled in the previous 12 months, according to the National Institute for Space Research, or INPE, which monitors destruction of the Amazon.
"We're not content," Brazil's environment minister, Carlos Minc, said.
"Deforestation has to fall more, and the conditions for sustainable development have to improve."
Brazil's government has increased cash payments to fight illegal Amazon logging this year, and it eliminated government bank loans to farmers who illegally clear forest to plant crops.
The country lost 2.7 per cent of its Amazon rain forest in 2007, or 11,000 square kilometers. Environmental officials fear even more land will be razed this year, but they have not forecast how much.
Minc says monthly deforestation rates have slowed since May, but environmental groups say seasonal shifts in tree cutting make the annual number a more accurate gauge.
Most deforestation happens in March and April, the start of Brazil's dry season, and routinely tapers off in May, June and July. Last month, 323 square kilometers of trees were felled, 61 per cent less than the area razed in June.
Environmentalists also argue that INPE's deforestation report wasn't designed to give accurate monthly figures but to alert and direct the government to deforestation hot spots in time to save the land.
The Amazon region covers about 4.1 million square kilometres of Brazil, nearly 60 per cent of the country. About 20 per cent of that land has already been deforested."
From CBC.ca [Associated Press source]
http://www.cbc.ca/world/story/2008/08/30/amazon-deforestation.html
Thursday, August 28, 2008
Canticus Hereticus
Disponível em CD na livraria evangélica próxima da sua casa.
Canticus Hereticus
Hino 1
[...]
Quando o mal te sobrevier
Não te aflijas e não temas
Sacrifica um carneirinho
Duas pombinhas e três emas
Hino 2
[...]
Piu, piu, piu
Arrepio, piu, piu
Em minh'alma, má
Pois grande és tu, tu, tu
Hino 3
Setenta e sete pecados
Setenta e sete pecados
Anda um pouquinho, descança um pouquinho
Setenta e oito pecados
[...]
Hino 3,5
[...]
Então ouvi a voz do marm-anjo
Que disse: "güenta, bróder,
Que a bênção vai rolar"
Hino 4
[...]
Canta a minh'alma, ó Senhor,
Ponha um salmo-nela
Hino 5
[...]
Ao andar por dunas no deserto
Mandaste escorpiões atrás de mim
Me morderam na perna
Obrigado porque não tive que amputá-la
Ao atravessar o rio Jordão
Mandaste piranhas ferozes
Poderia ter sido bem pior
Obrigado pois tinha um hospital lá perto
Crente amigo, escute bem
Guarde sempre consigo
O Talismã da Sorte
Que afasta o perigo
Hino 6
Eu, eu, eu
Eu quero é Zeus
Visite http://louvorbrasil.pbwiki.com e conheça outras músicas heréticas e/ou incitativas. Sempre oportunas para acampamentos, retiros e festinhas.
My daily SharePoint frustration - III
The problem seemed to be related to either serialization of types in the SharePoint RPC, or problem with reference of types or variables in RPC.
I was following the article "How to: Create a Custom List Definition" (
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms466023.aspx ) and I used guidgen to generate a new GUID for my content type. I just copied and pasted the GUID, so I had something like
<ContentType ID="C9FC944F-4124-4DB2-9E37-20CD2E55DCF9" ...
That caused the problem. I needed to follow the format described here for content type IDs. To start with, it was missing the leading "0x" to denote hex encoding, and there are no dashes.
Following the content type ID format solved the problem.
Wednesday, August 27, 2008
My daily SharePoint frustration - II
I was following the instructions from this MSDN article.
All posts I read were saying that my schema.xml file should refer to internal names. But I copied \FEATURES\DiscussionsList\Discuss\schema.xml , so if there were bad internal names it was SharePoint's fault, so I thought. It so happens that the problem was not related to internal names or escaping of space characters in internal names. It happened because I wasn't referring to the name of my custom list. (and I'm using a different BaseType)
Before:
After:
The error message didn't help me much either...
My daily SharePoint frustration - I
Parser error
This page allows a limit of 100 controls
(or 200 controls).
Solution 1: change \inetpub\wwwroot\wss\VirtualDirectories\80\web.config
<safemode maxcontrols="n" ... where n is a larger number.
Solution 2: "iisreset"
in Windows Server 2003
or
c:\windows\system32\inetsrv\appcmd LIST apppool /apppool.name:"SharePoint - 80"
c:\windows\system32\inetsrv\appcmd recycle apppool "SharePoint - 80"
c:\windows\system32\inetsrv\appcmd stop site "SharePoint - 80"
c:\windows\system32\inetsrv\appcmd start site "SharePoint - 80"
in Windows Server 2008
Solution 2 worked for me :|
Friday, August 22, 2008
Thursday, August 21, 2008
Arquitetura do quasi-templo - IV: Minnekon



Minnekon em Mineápolis, Estados Unidos. (Fotos do blog de Peter Rollins)
(palavras-chave: arquitetura, templo, arquitetura do templo)
Wednesday, August 20, 2008
GAC it within Visual Studio

It is convenient to GAC a .NET assembly directly in Visual Studio 2008. In Visual Studio, go to "Tools" in the menu and choose "External Tools..." Enter the information in the dialog as shown above. (The assembly in your project may need to have a strong name). After building your project, select it and choose "GAC it" from "Tools". There you go, you have just GACed your assembly.
Tuesday, August 19, 2008
Congregação por Tradição
Tradução: Pajé Raoni
"As minhas ovelhas escutam a minha voz;
eu as conheço, e elas me seguem.
Eu lhes dou a vida eterna, e por isso elas nunca morrerão.
Ninguém poderá arrancá-las da minha mão.
O poder que o Pai me deu é maior do que tudo,
e ninguém pode arrancá-las da mão dele.
Eu e o Pai somos um."
João 10.27-30
Qualquer tentativa intelectual de valorizar a resistência e validade da congregação cristã como Instituição formal (que é parte do Corpo de Cristo) nestes dias e nestas Américas atuais pode francamente levar-nos com muita facilidade a incongruências involuntárias. Não obstante, o paradoxo não é um perigo do qual deve-se fugir, senão uma simples demonstração de que nos faz falta continuar pensando sobre o assunto.
Em nosso continente sobressaem vozes divididas, umas anunciando o "fim do reino congregacional" e outras reivindicando a forma congregacional chamando a seus grupos de reunião de "A" igreja. Assim sendo, me referirei aos grupos congregacionais que conheço e conheci, sem querer fazer aqui uma generalização maior.
Em princípio, não estou muito certa - teologicamente falando - que verdadeiramente haja uma palavra bíblica com hermenêutica incontestável que contenha o imperativo de reunir-se em uma comunidade institucionalizada e designada para a assembléia dos crentes em Jesus Cristo.
O fato de termos o registro histórico de que os primeiros cristãos faziam-no em suas circunstâncias particulares não pode fazer parte de nenhuma coleção doutrinária bíblica. A imitação de costumes não admite absolutização dogmática e toda instituição nascida de uma perpetuação dos costumes não pode ser obrigatória.
Resgatar o simples testamento histórico daquele século visando a manter uma tradição é uma valorização necessária de nossa história. Mas seria também recomendável considerar este século onde estamos contextualizados e ver sem medo e sem assombro que a tradição da assembléia pode variar e que não é saudável a rigidez absoluta da cultura relativa.
A vida de ekklesia (que não é de episinagoga) em nossos tempos e em alguns de nossos países se está convertendo - ou conseguiram convertê-la - em uma política de afluência impossível de escapar, a qual já é vivida com mal-estar e insatisfação por causa da obrigatoriedade. Obrigatoriedade que se utiliza como princípio sustentador e se indentifica com a salvação por mérito (princípio redentor).
A má transformação da tradição de ekklesia não pode nem deve - em honra a essa tradição - ser imposta como uma carga pela qual se luta e se suplanta em modo de sacrifício.
Nem paramos para pensar se ouvimos bem a Marcos 4.23-24 e a Lucas 8.18 antes de converter em mandamento uma exortação pastoral de Hebreus 10.24-25?
Porque a marca de pensarmos uns nos outros para ajudarmos todos a terem mais amor e a fazerem o bem se dá no âmbito de episinagoga e não necessária e exclusivamente no de ekklesia.
No tempo histórico em que se escreveu o texto de Hebreus, o contexto mundial era muito diferente do nosso nas Américas. Nós aqui não temos a fé cristã proibida pelos estratos religiosos e governamentais. Os cristãos de então se convocavam a umas assembléias secretas às quais não temos porque imitar hoje, a não ser que em algum de nossos países um regime ou um presidente nos persiga para exterminar-nos, ou a religiosidade oficial nos declare extermináveis.
Para preservar-nos como corpo de crentes de baixo de uma severa perseguição política e ditatorial, a ekklesia convocada em forma de alarme e de resistência é uma necessidade imposta pelas más "condições" históricas, mas não existe nas Escrituras um mandamento sobre o encontro, o qual por falta de assistência seja quebrado.
Existe a apostasia como renúncia à fé cristã, mas não existe a figura de "deserção congregacional" passível de punição.
É verdade que em muitos casos particulares, uma pessoa que renuncia à fé cristã obviamente não assiste à assembléia cristã. A apostasia fere simultaneamente a ekklesia e a episinagoga. Mas é verdade também que o inverso não se dá sempre por relação matemática. De modo que não se pode acusar um cristão de "apóstata" por haver abandonado a instituição cultural da qual era membro.
Em nossas Américas todavia se ensina e se amedronta homileticamente mediante a mensagem de que o abandono da membresia é um abandono automático de Deus. Ou que fora da assembléia o único que espera o cristão é uma vida de pecado e perdição, de frieza espiritual, de desintegração psicológica, de más obras e de indiferença moral. Como se a assembléia fosse uma garantia protetora de todas essas desgraças descritas e não - como chegou a ser em muitos casos - a precursora da adversidade dos fiéis e a propulsora da incredulidade das pessoas.
Isto é especialmente verdade nas comunidades onde se relaciona os "fazeres" congregacionais com a identidade cristã genuína. Quanto mais presente, visível e ativa está uma pessoa na ekklesia, mais maturidade cristã se lhe atribuirá, coisa que certamente é um uma mentira ou uma simples ilusão, além de um preconceito que ninguém está autorizado a emitir.
Cheguei a ouvir alguns pastores dizerem que a ekklesia é um modelo dado por Deus para o crescimento do seu Reino!
Um cristão pode prescindir da ekklesia histórica, cultural e tradicional sem que por isto esteja prescindindo do ato de episinagoga nem da fé em Jesus Cristo.
Não é que Jesus Cristo não possa estar presente em todas as formas culturais de ekklesia. É justamente o contrário o que tento dizer: que Jesus Cristo pode estar presente também em todas as formas de episinagoga quando nós que cremos nele nos reunimos em seu nome, seja na ekklesia ou fora da ekklesia.
Nós que escolhemos momentânea ou definitivamente estar fora da ekklesia não somos os que pregamos o abandono congregacional e não o promovemos nem o difundimos como solução para as aberrações eclesiais. Ao contrário, a pregação contra a liberdade dos crentes cristãos sai precisamente do institucionalismo exclusivo, por rancor e por ressentimento.
As pessoas abandonam as dogmatizações culturais mas não abandonam Jesus Cristo nem deixam de ser parte do seu Corpo, então dá raiva nas confrarias doentes o fato de Jesus Cristo não jogar fora os que o buscam.
____________________
Ekklesia: assembléia popular grega que extraía "fora de" um grande grupo de pessoas outro grupo menor de pessoas que compartilhavam a discussão e as lides de um tema único com um fim particular. Por analogia usou-se para a igreja cristã.
Episinagoga: "Coleção ou coleta, convocação". Por analogia usa-se para reunião ao redor da sinagoga, fora da sinagoga, não necessariamente dentro da sinagoga, já que às vezes não os deixavam entrar ou lhes apedrejavam. Eram livres para criar uma ekklesia onde poderiam levar-lhe a cabo. Sabiam bem que o Logos morava neles e não nos edifícios. Nós os esquecemos e levamos a analogia longe demais.
( artigo original em Espanhol: http://teologiasinnombre.blogspot.com/2007/10/congregacion-por-tradicion.html )
Whatever
Whatever I feel, Whatever I think.
Don't ask me why.
It boils down to faith.
Faith in the Whatever.
Whatever it is.
Sunday, August 17, 2008
Passion for peace inspires “return to roots” for Chilean denomination
http://www.mennonitechurch.ca/news/releases/2008/02/Release01.htm
"February 1, 2008
-Deborah Froese
SANTIAGO, Chile —Gracious and unassuming, Omar Cortés Gaibur seems an unlikely revolutionary, but his passion for peace has inspired change. A teacher of theology and an international ministry worker for Mennonite Church Canada Witness (MC Canada) and Mennonite Mission Network (MMN), Cortés Gaibur has been instrumental in articulating a vision of Anabaptism among Baptist churches in Chile and in shaping a ministry partnership agreement to promote it. This partnership, between MC Canada, MMN and the Union of Evangelical Baptist Churches of Chile (UBACH), revolves around the development of an Anabaptist Christian Resource Centre for Peace. Known as Centro de Recursos Cristianos Anabautistas por la Paz in Spanish – or CERCAPAZ – the initiative outlines concrete, practical ways for Chileans to embrace Anabaptist peace theology. In a nation where systemic conflict has fuelled societal and family violence, CERCAPAZ offers desperately needed tools and training for church workers and others. Cortés Gaibur is the project coordinator.
Cortés Gaibur grew up in Chile and Mexico under the influence of a Presbyterian grandmother and a Syrian-Muslim grandfather. He credits his grandparents with instilling in him a strong respect for those of other religions and an appreciation for peace work. For example, when the United Nations decreed that land should be set aside for the nation of Israel, Cortés Gaibur’s grandfather knew that it would result in refugee status for many Palestinians, some of whom he was related to. He also understood that such knowledge could jeopardize his relationship with a neighbour who happened to be Jewish. Before any tension could develop between them, Cortés Gaibur’s grandfather approached his neighbour and gently conveyed his disappointment with the UN’s decision while expressing concern for their friendship.
“We grew up with that kind of story,” Cortés Gaibur says. “We learned to understand that peace and dialogue, respect, are the most basic values.”
Cortés Gaibur was introduced to Anabaptist theology in the early 1990s by Titus Guenther, an Associate Professor of Theology and Missions at Canadian Mennonite Bible College (now Canadian Mennonite University) who at that time taught church history at the Evangelical Theological Community in Santiago (now the Faculty of Evangelical Theology). When they shared their perspectives on spirituality, Guenther’s reflection on Anabaptist peace theology struck a chord with Cortés Gaibur. Although Cortés Gaibur expressed his longing for a Mennonite Church in Santiago, Guenther persuaded him to continue pastoring the Baptist church then under his care, where he could sow seeds of interest in Anabaptism.
Through Guenther’s connections, Cortés Gaibur travelled to Vancouver to study at Regent College. When he completed his studies in 1997, he returned to Chile as a worker for the Commission on Overseas Mission (COM), the predecessor to MC Canada Witness. He immediately began developing programs to deal with violence. With his wife Ester and financial assistance from COM, he created the program "5 & 2 Multiply for All", a shelter for abused women in Conchali, Santiago. In 2005 he helped to establish "Sanctuaries of Peace", a neighbourhood abuse and domestic violence prevention program that involves local churches and continues to be a vital component of the CERCAPAZ plan.
UBACH’s vision is often referred to by leaders as a “return to Anabaptist roots”, implying a history of Anabaptism within the Baptist church in Chile. Cortés Gaibur explains that some of the European immigrants who introduced Baptism to Chile arrived with an Anabaptist image of church, although the Southern Baptists with whom they developed a relationship encouraged growth in another direction. With rising membership and an increased desire to find its own identity, UBACH made a decision several years ago to move away from that particular theology. They sought a return to their roots. Although Cortés Gaibur acknowledges UBACH’s spiritual heritage, he attributes the current rise of Anabaptism to visiting professors like Guenther who brought peace theology to Chile in the early 1990s. “It’s a movement more than history,” he says.
UBACH’s renewed focus on Anabaptism has significant implications. Representing 35,000 members and 500 congregations – twice the number of MC Canada congregations – UBACH also influences the 100,000 Chileans who attend member church worship services regularly.
UBACH General Secretary Freddy Paredes acknowledges that although the current leadership has made an intentional theological shift, it will take time for it to filter into local congregations. Paredes, who once studied under Cortés Gaibur and helped him draft the plan for CERCAPAZ, believes the partnership will support and encourage growth of UBACH’s Anabaptist identity. He is appreciative of MC Canada and MMN support. “I see the hand of God working in this development process,” he writes through a translator. “The formation of this strategic alliance for the Kingdom of God, and its practical expression through CERCAPAZ, has meant a great personal satisfaction for me.”
Tim Froese, Executive Director of MC Canada Witness International Ministries and Mission Partnership Facilitator for Latin America, sees UBACH as “a large ministry partner with missional-minded leadership, access throughout the country and many gifts.” He notes that UBACH has been active in building relationships with other Latin American Anabaptists/Mennonites by attending two regional gatherings in 2007. Although MC Canada Witness has had various church partners in Chile over the years, Froese believes CERCAPAZ offers potential for a new, more closely knit partnership. “Omar is a significant resource for CERCAPAZ in developing this vision,” Froese says. “Without being aware of the extent of his teaching influence, Omar has helped give voice and structure to a missional identity and vision for UBACH and has thus paved the way for our partnership to become one of church to church [MC Canada and UBACH].”
A few short years ago, CERCAPAZ would have seemed implausible. “It’s amazing to me how quickly things can change,” says Linda Shelly, Director for Latin America, MMN. She first visited Cortés Gaibur at the Baptist Seminary in Santiago in 2003. “The Rector pulled out their statement of mission that identified their theology as Anabaptist... Omar as well as the other seminary officials said this is clearly in contradiction with our own conference [UBACH].”
However, the idea of Anabaptism spread as UBACH pursued a new identity more closely addressing the needs of Chileans. Just three years later, in late 2006, UBACH president Raquel Contreras Eddinger told Froese that “We [UBACH] are looking for an identity. We think we want to be Anabaptist. We want to be a peace church.” By early 2007, when Contreras Eddinger’s term was ending, Cortés Gaibur helped her to shape an Anabaptist vision for UBACH, which she shared at the annual assembly. She was re-elected.
“A Kairos moment,” Cortés Gaibur muses, reflecting on the event. The CERCAPAZ agreement is shaped with phrases such as “communities of peace,” “horizontal leadership” and “respect for the individual conscience” – a statement which demonstrates sensitivity to Chile’s history of dictatorial leadership. CERCAPAZ encourages congregations to become “Sanctuaries of Peace” or communities of refuge for those who feel their rights or dignity have been violated. Training is offered to help congregational leaders recognize and cope with issues of family violence. Other anticipated projects include regional meetings, campaigns for violence prevention, and the establishment of relationships with other Anabaptist churches.
Publication of resource material is also part of the program. MC Canada Witness and MMN jointly financed over half of the cost for production of 2,000 copies of Radical Coexistence; Spirituality in the 21st Century by John Driver (Eidiciones Kairós, 2007), which was launched in the fall. The balance of funding will be recuperated through book sales.
The CERCAPAZ vision is spreading like wildfire. A workshop held in Oct. led to the scheduling of a Dec. peace march. November seminars on abuse prevention and conflict mediation were attended by churches and non-governmental organizations. Sanctuaries of Peace are met with enthusiasm and Cortés Gaibur reports that several new communities are scheduled to begin this year.
“One of the things that is interesting is that many people from outside the church look at this program with enthusiasm and are interested to be a part of it,” Cortés Gaibur says. “Just today I made a call to a friend who is a teacher and not associated with any church. I asked if he would like to help out with this program and he replied ‘Of course. That is the most wonderful program that I would like to participate in’.” Cortés Gaibur reports hearing people say they are thrilled to be learning how to deal with the real issues that face them.
Anabaptism, it seems, meets many Chileans’ needs. Cortés Gaibur simply opened a door by living in accordance with his own personal convictions and left the rest to God.
Currently, Cortés Gaibur teaches at the Baptist Seminary in Santiago and is the Executive Secretary of the Latin American Theological Fraternity. He would rather build relationships than deal with the inevitable paperwork that accompanies his position – indeed, paperwork often falls behind. He tends to deflect praise for himself by focusing on others. “I want to say you have helped me,” he says at the end of our interview. “Now I know what to write for my reports.”
UBACH celebrates its 100th anniversary from Jan. 8-13 in Temuco, Chile. Representatives of MC Canada, Jack Suderman, General Secretary and Janet Plenert, Executive Secretary of Witness, are in attendance to share Anabaptist perspectives, meet with the UBACH executive and lead workshops on Anabaptism.
Sidebar: Wordplay
The Spanish acronym for Centro de Recursos Cristianos Anabautistas por la Paz (Anabaptist Christian Resource Center for Peace), CERCAPAZ, offers a clever play on words. “CERCA” means “close or near.” The translation of “PAZ” is “peace.” CERCAPAZ can also be pronounced “SER CAPAZ,” with “SER” and “CAPAZ” meaning “to be” and “capable” respectively. Thus, peace is within UBACH’s proximity and capability.
Sidebar: Bread, fish and servanthood
Teacher and theologian Omar Cortés Gaibur takes biblical principles to heart and finds unique ways to share the message of mission. The program 5 & 2 Multiply for All was inspired by the story from Mark 8:1-8 of five loaves of bread and two fish that fed a crowd of four thousand. Under 5 & 2 Multiply for All, Cortés Gaibur and his wife Ester created a shelter for victims of family violence.
At the shelter’s opening banquet, Cortés Gaibur invited high-ranking city officials to participate. While those attending the ceremony expected a fancy meal, the fare was simple – five pieces of bread and two small fish – and the attending officials were invited to do the serving. “It was a way of saying that this is what we have and that this miracle of love extends through us,” says one observer.
The experience left quite an impression on the serving authorities, one of whom noted that he now understood that the miracle of bread and fish wasn’t just a miracle that happened two thousand years ago; it was something that could happen even today.
Enough money was raised that evening to buy groceries for the shelter.
The program 5 & 2 Multiply for All is still in operation today, although it has been modified and is now run by the Baptist Church of Conchali.
"
Thursday, August 14, 2008
The World’s Best Commercials 2007

I just watched The World’s Best Commercials 2007, by the London International Awards 2007. It's all great stuff.
Click below to watch the commercials:
http://www.liaentries.com/winners/?id_medium=6&view=icons&range=w
My picks (click on the links to watch the commercials):
Aoi Advertising Promotion Inc., Tokyo
Asience Shampoo
"Hairy Tale" ( also here )
Berlitz
"Tights"
Dortmund Philharmonic Concert Hall
"Symphony in Red"
Apparel
Entrant: Madre, Buenos Aires
Nike Women
"Surgery"
Aoi Advertising Promotion Inc., Tokyo
Goma-Mugi Tea
"A Fire Man"
Vegaolmosponce, Buenos Aires
Impulse
"Airport", "Train"," Plane"," Ring
Mad Cow Films, London
Citroen
"The Bulb"
Robber's Dog Films, Auckland
Vodafone
"Make The Most of Now"
Abbott Mead Vickers BBDO, London
Camelot Lottery
"Darts"
McCann Worldgroup, San Francisco
XBOX 360
"Cops and Robbers - 3:00"
BETC Euro RSCG, Paris
CANAL+
"Brokeback Mountain"
Duval Guillaume, Brussels
Pure FM
"The Deer Hunter"
Jung von Matt, Hamburg
Dortmund Philharmonic Concert Hall
"Symphony in Red"
.start, Munich
MINI
"MINI Safety Feature Campaign 'DEF MINI Records' -The Disc Brakes"
harvest, Santa Monica
Aids Awareness
"Condom vs. AIDS"
Leo Burnett Brussels, Brussels
Société Wallonne Des Eaux
"Rain Dance"
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Now the "Christian" stuff: there's lots of information on culture "over there". I suppose it is a good advice for any believer, but pastors mainly should be the ones interpreting culture. There's art, there's communication, there's hope, there's reality, there's surreality. All the good stuff that is lacking in churches. This language is rich.
Tuesday, August 12, 2008
Deconstruction in a Nutshell

"Deconstruction in a nutshell? Why, the very idea!
The very idea of a nutshell is a mistake and a misunderstanding, an excess of journalistic haste and impatience [...]. Nutshells enclose and encapsulate, shelter and protect, reduce and simplify, while everything in deconstruction is turned toward opening, exposure, expansion, and complexification [...].
The very meaning and mission of deconstruction is to show that things - texts, institutions, traditions, societies, beliefs, and practices [...] - do not have definable meanings and determinable missions, that they are always more than any mission would impose [...].
Whenever it runs up agains a limit, deconstruction presses against it. Whenever deconstruction finds a nutshel - a secure axiom or a pithy maxim - the very idea is to crack it open and disturb this tranquility. Indeed, that is a good rule of thumb in deconstruction. That is what deconstruction is all about, its very meaning and mission, if it has any. One might even say that cracking nutshells is what deconstruction is. In a nutshell.
Deconstruction is the relentless pursuit of the impossible, which means, of things whose possibility is sustained by their impossibility, of things which, instead of being wiped out by their impossibility, are actually nourished and fed by it.
"
(In "Deconstruction in a Nutshell: A Conversation with Jacques Derrida", ed John D. Caputo
ISBN 0-8232-1755-8, p.31,32)
Hidden pockets in SharePoint's property bags
if (currentWeb.Properties.ContainsKey(newKey))
{
currentWeb.AllowUnsafeUpdates = true;
currentWeb.Properties.Remove(newKey);
currentWeb.Properties.Update();
currentWeb.AllProperties.Remove(newKey);
currentWeb.AllowUnsafeUpdates = false;
currentWeb.AllowUnsafeUpdates = true;
currentWeb.Update();
currentWeb.AllowUnsafeUpdates = false;
}
Yes, one must wrap changes with the AllowUnsafeUpdates set.
(I spent hours trying to understand this hidden feature)
Thursday, August 07, 2008
Wednesday, August 06, 2008
Um sonho (un sueño)
Do blog "Palabra Lateral" por Benjamín: http://palabralateral.blogspot.com/2008/08/un-sueo.html
"
'O SENHOR diz ao seu povo: “Depois disso (da restauração de Israel da ruína e antes do juízo do império opressor), eu derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas: os filhos e as filhas de vocês anunciarão a minha mensagem; os velhos sonharão, e os moços terão visões. 'Joel 2.28
Eu venho da segunda geração pentecostal de raízes inimaginavelmente repressivas. Tenho algumas memórias de momentos vividos nela que até hoje às vezes me quebram e me doem. Venho de uma família quebrada e profundamente desestruturada, apesar de seu intenso compromisso com a igreja.
Venho de uma cultura que não teve tempo para celebrar aniversários, festas especiais, ou bodas. Uma cultura que desprezou o conhecimento, a arte, a literatura, a política, a ciência, a tecnologia, os esportes, enfim, tudo aquilo que não era "espiritual".
Desde pequeno, minha mente e meu coração buscavam penetrar o mistério do tempo, o mistério do mundo lá fora, desse mundo ausente e alheio aos interesses particulares da igreja.
Desde então, apesar da constante inversão que a igreja cristã faz dentro dos seus próprios assuntos e problemas, meu sonho, minha paixão, meu arrepio interminável tem sido ver uma geração cristã que quebre para sempre a falsa divisão que existe entre o espiritual e o secular. Sonho com uma comunidade de crentes onde exercer o cargo de Assessor Principal do Governo do Estado, reger uma Orquestra Filarmônica, exibir quadros no Museu de Arte Contemporânea, administrar um café literário aonde se reúnam os escritores mais destacados da região do país, exercer o cargo de Deão da Faculdade de Ciências Políticas, ser um cantor ouvido em todas as rádios e visto em todos os canais de televisão, tudo isso seja considerado pela igreja como um ministério de serviço ao Senhor, tão válido e legítimo como dirigir o louvor ou uma célula de discipulado.
Sonho com uma comunidade de crentes onde já não tenhamos mais medo que nossas inclinações artísticas, intelectuais, profissionais sejam consideradas como algo secundário, sem importância para a "obra do Senhor".
Sonho com uma comunidade de crentes onde todas as capacidades - sejam elas úteis ou não para a gerência interna da igreja, sejam apreciadas, respeitadas, promovidas e cultivadas.
Sonho com uma comunidade de crentes onde junto com as Agências de Missões, de Discipulado e de Ministérios Cristãos exista um Departamento de Artes, com espaços para a dança moderna, a música contemporânea, a pintura, a escultura, a arte digital, a poesia, a literatura e o periodismo. Um Departamento de Formação Política e Cívica para treinar líderes para o serviço público. Um Departamento de Empreendimento onde possam acolher e estimular as habilidades empresariais e de negócios.
Sonho com uma comunidade de crentes onde a ação social não seja considerada uma ameaça à pureza da doutrina ou uma inclinação comunista, senão uma responsabilidade essencial do amor cristão em uma sociedade dolorida e carente.
Sonho com uma comunidade de crentes onde a misericórdia não seja uma visita de vez em quando a uma prisão ou a um hospital no Natal, ou um programa para cortar os cabelos dos pobres, mas que seja uma gestão permanente da igreja que comprometa não só a caridade, mas seus recursos materiais e as pessoas que compõem o corpo de crentes.
Sonho com uma comunidade de crentes onde todas as pessoas - especialmente as mulheres e os jovens, sejam reconhecidos na diversidade de suas capacidades e que, por fim, ser cristão não seja um estereótipo de ser humano que fala de certa maneira, e que só se reúnem entre eles, mas que por fim haja espaço, amor e aceitação para a multiforme graça de Deus, expressa em outras formas de ser, de sentir e de pensar a realidade de Deus no mundo.
Este é o meu sonho mesmo aos cinqüenta e quatro anos de vida.
"
(Nota: acho interessante as idéias do irmão. Embora ache necessária a idéia de quebrar a divisão entre o sacro e o secular, teria receios de criar ministérios e departamentos. Talvez a criação de comitês não ajude muito. Também não gosto muito da concepção da igreja como empresa. Penso que igrejas necessitam ser mais criativas e menos burocráticas ao tentar enfrentar o problema. Mas a intenção é excelente. )
Tuesday, August 05, 2008
Violência Urbana

Título: Violência Urbana
Autor: Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida
Edição: 1a. edição, 2003
ISBN: 85-7402-483-X
ISBN-13: 978-85-7402-483-7
Série: Folha Explica - Sociologia
"De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro e não se esqueça de levar o som consigo. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja --entregue tudo.
É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a idéia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo." [grifo do K-fé]
"Escutem! Eu venho como um ladrão." Apocalipse 16.15a
Quando Jesus vier você vai dar um tiro nele?
"Está lá um corpo estendido no chão". É falta. Violência urbana existe. Todos nós sabemos o que é na prática. Qual o problema? Acho que é que as igrejas não vão saber caracterizar bem o problema. Algumas posições comuns de ouvir:
1. "É tudo culpa das drogas. Se os jovens fossem crentes não teriam esse vício que gera a violência."
Não consigo acreditar que o problema seja apenas sobre drogas. Será que emprego, habitação e custo de vida não estão relacionados a violência? Ao invés, esta resposta me lembra a parábola de Jesus: "O fariseu ficou de pé e orou sozinho, assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos." Lucas 18.11
2. "É responsabilidade do Estado. Igreja e Estado devem ser separados."
Quem é o Estado? O interlocutor não faz parte da sociedade? Porque parece querer se esquivar do problema. Quer dizer que a polícia é que deveria lidar com a violência? Quer dizer que 'igreja' (uma igreja local, por exemplo) não deve se envolver com política? Não deve ajudar o próximo para não fazer política? Quer dizer que o cristão deve se negar a votar, por exemplo, e se isolar em ocas esperando Jesus voltar? (Interessante que às vezes as mesmas pessoas que dizem que Estado e Igreja devem ser separados gostam de votar em 'políticos crentes')
3. "Cantemos mais forte, irmãos."
A atitude "cantemos mais forte" por um lado ignora o que se passa ao redor.
4. "Cantemos mais forte, irmãos.
Aleluia, Aleluia, Aleluia!
Persegui os inimigos e os alcancei
Os consumi, os atravessei
Sob os pés do Senhor caíram
Não mais se levantaram."
O linguajar bélico adora pisar no inimigo. Pau no inimigo! Pau no diferente, pau no fraco! Aqui dentro somos nós que mandamos. Na nossa imaginação vamos dar o troco. No filme no mundo-espiritual-faz-de-conta nós somos os policiais durões que batem no inimigo. À seguir cantar "visitante seja bem-vindo". Quarta-feira tem culto de batalha espiritual. Quinta-feira culto da vitória. Quem sabe a gente dá uns tiros no culto pra incrementar a coisa?
5. "É o fim do mundo. Só vai ficar pior. Bú! Levou um susto? Fica esperto! Vigia, irmão! Jesus pode voltar a qualquer hora. "
Agora que estamos na arca de portas fechadas, e cantemos mais uns corinhos, não muito alto agora, irmãos. Esperemos Jesus voltar. Enquanto isso, aproveitando que tem galinha dentro da arca, vamos brincar de jogar ovos pela escotilha da arca nas pessoas que morrem afogadas pedindo ajuda. Bú! Fica esperto, irmão. Jesus vem como um ladrão. Em vez de promover a paz e a esperança a pessoa fica amedrontando mais o povo.
6. "Vamos evangelizar"
Se "evangelho" é "boa-notícia", qual é a boa notícia? Se tem violência nas cidades qual é a boa notícia? Ou será que o seu evangelho não diz nada sobre violência urbana? Se o bom samaritano cuidou do homem assaltado, o que é que você está fazendo que é equivalente?
7. "Jesus era Arminiano ou Calvinista? Deus é omnisciente? "
Sei lá. Pergunta ao Papa. Nunca entendi esses lances teológicos. Mas abaixa aí pra não levar um tiro. Cadê o capacete da salvação?
8. "Vire pro irmão do seu lado e diga: 'Jesus te ama e eu também'"
O buraco da bala é mais embaixo. Como lemos e com sabemos, a violência minou o sentido de coletivo e o pertencer a uma comunidade. Não estaria na hora de igrejas estarem cientes da importância da comunidade (do bairro, por exemplo), priorizarem os relacionamentos entre as pessoas, e levarem a sério a construção dessa comunidade-exemplo?
Alô alô, bons samaritanos, aonde estão vocês?
Quando os crentes brasileiros lêem a parábola do bom samaritano com quem se identificam?
(pô, agora que eu "estou" Menonita tenho que escrever sobre paz e violência)
Friday, August 01, 2008
Cracked display, FutureShop's warranty
This is my father's Acer notebook. We bought it at FUTURESHOP here in Ottawa. As you can see it has a cracked display. We bought the 'extra-super-duper-extended-valid-all-over-the-world' warranty, so that if it broke in Brazil my father could fix it there under the warranty. The display cracked alone, likely wiggling in the passenger's seat of my father's car. 100% sure it didn't fall. I managed to bring the notebook to Canada to get it fixed. But the warranty didn't cover it. That's right, it was considered 'abuse', even though I explained it wasn't abuse, that it happened all of a sudden with normal use. It's in the fine print. I get angry because it's not abuse but they use the word anyways. Why not call it accident? They would charge me $400 to get it fixed (and a new notebook was $499). I now use it anyways with the cracked display. I may get a flat panel monitor one day to use with it.
Conclusion: 1- I'll never buy extra warranties at FutureShop because they are bad. 2-Notebook displays crack easily.
Wednesday, July 30, 2008
Monday, July 28, 2008
Cristianismo de Libertação / Teologia da Libertação
E ainda o artigo "A Teologia da Libertação está viva" de Selvino Heck.
Zune fighting with video driver
Friday, July 25, 2008
Bem-vindo

(clique acima para ampliar a imagem)
Por Ezequiel Lúgaro
http://teologiasinnombre.blogspot.com/search/label/Dibujos
Tuesday, July 22, 2008
Boas-novas para os pobres - Søren Kierkegaard
Fonte: Provocations: Spiritual Writings of Søren Kierkegaard
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Boas-novas para os pobres
Cristo não estava fazendo uma observação histórica quando declarou que o evangelho é pregado aos pobres. A ênfase está nas boas-novas, que as boas-novas são para os pobres. Aqui a palavra "pobres" não quer dizer simplesmente pobreza mas todos que sofrem, são desafortunados, miseráveis, injustiçados, oprimidos, aleijados, coxos, leprosos e endemoninhados. O evangelho é pregado a eles, isto é, as boas-novas são para eles. O evangelho é boas notícias para eles. Que boas notícias? Não é dinheiro, saúde, status, etc. Não, isto não é Cristianismo.
Não, para os pobres o evangelho é boas-novas porque ser desafortunado neste mundo (de uma forma em que a pessoa é abandonada pela simpatia humana, e o apreço mundano pela vida até tenta cruelmente transformar o infortúnio da pessoa em culpa) é um sinal da proximidade de Deus. Foi assim que era originalmente; estas são as boas-novas no Novo Testamento. São pregadas para "os pobres", e são pregadas para os pobres que se não estivessem sofrendo de outras formas, iriam eventualmente sofrer ao proclamar o evangelho; já que sofrimento é inseparável de seguir a Cristo e de dizer a verdade. Mas logo veio mudança. Quando pregar o evangelho se tornou meio de subsistência, até mesmo profissão de luxo, o evangelho se tornou boas-novas para os ricos e para os poderosos. De que outra forma iria o pregador manter e garantir eminência e dignidade se o cristianismo não garantisse o melhor para todos? O cristianismo, portanto, deixou de ser boas notícias para aqueles que sofrem, uma mensagem de esperança que transforma sofrimento em alegria, mas virou uma garantia de deleite na vida intensificada e garantida pela esperança de eternidade. As boas-novas não beneficiam mais os pobres, essencialmente. Na verdade, o cristianismo tornou uma extrema injustiça para aqueles que sofrem (embora não estejamos sempre conscientes disto, e certamente não dispostos a admiti-lo). Hoje as boas-novas são pregadas aos ricos, aos poderosos, que descobriram que ele é vantajoso. Voltamos ao mesmo estágio original ao qual o cristianismo queria se opôr! Os ricos e os poderosos não somente acabam ficando com tudo, mas seus sucessos se tornam a marca da sua piedade, o sinal dos seus relacionamentos com Deus. E isto leva à antiga atrocidade de novo, a saber, a idéia que o desafortunado, os pobres são culpados pela sua própria condição; que é assim porque não são piedosos o suficiente, não são cristãos verdadeiros, porque são pobres, enquanto os ricos têm não apenas prazer mas piedade também. E isto dizem ser cristianismo. Compare-o com o Novo Testamento, e vocês verão que isto está o mais longe possível do Novo Testamento.
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Saturday, July 19, 2008
Anabautista
De la Comunidad de Aprendizaje "Mauricio López" | Ciudad de Buenos Aires | Argentina
"Para entender esa tradición y ese nombre nos remitimos a su origen, en el que anabautista fue el apodo peyorativo que los opositores del movimiento así nombrado adjudicaron a sus integrantes. Con él denotaban el rasgo religioso-político visible más destacado del movimiento, a saber, el bautismo de adultos: los miembros de las comunidades anabautistas ingresaban a ella mediante un nuevo bautismo, transformado así en un acto voluntario que invalidaba el bautismo infantil y que afirmaba por tanto la separación entre la iglesia, como comunidad particular, y el Estado, representante de la sociedad civil. Con los anabautistas comenzó la Reforma Radical: una fuerza popular de vanguardia, compuesta principalmente por campesinos, artesanos y mujeres decidida a encarnar un estilo de vida comunitario que se asemejara al modelo de la iglesia del siglo primero.
Para los anabautistas la última palabra no era la del Papa, ni la del teólogo, ni la del pastor, sino la del evangelio de Jesús contenido en la Biblia, leída e interpretada en y por la comunidad de fe. Ellos vivenciaban y entendían a la iglesia no como una institución sino como una congregación horizontal de hermanas y hermanos en Cristo, sin jerarquías y separada del Estado. La concebían integrada voluntariamente por cristianos comprometidos a través del bautismo de creyentes, y acompañada por pastores que no eran la autoridad ni los iluminados sino servidores que facilitaban una pastoral mutua —de «unos a otros»— en la que el sacerdocio, el laicado y el ministerio de todos los creyentes debía ser una realidad visible. Esta eclesiología era tan novedosa y tenía implicancias políticas tan radicales en ese contexto social y cultural, que algunos historiadores caracterizaron a los anabautistas como «los revolucionarios del siglo 16», «los bolcheviques del siglo 16» o «el ala izquierda de la Reforma», lo que explica por qué durante los primeros 25 años del movimiento más de 2500 anabautistas experimentaran el martirio: la mitad de un total de 5000 mártires que produjo la persecución religiosa durante el siglo 16 en toda Europa.
Pero si bien afirmaban la composición voluntaria y separada de la comunidad de fe respecto de la sociedad civil, su compromiso con el mundo circundante era tal que en palabras de uno de sus representantes se afirma que «[l]a verdadera fe evangélica no puede permanecer adormecida, sino que se manifiesta en toda Justicia y en las obras del Amor [...] Viste a los desnudos, da de comer a los hambrientos, consuela a los tristes, da abrigo a los destituidos, ayuda y consuela a los afligidos, busca a los perdidos, venda a los heridos, [y] sana a los enfermos.»
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Adaptado con autorización del prólogo escrito por Guillermo Font al libro de Juan Driver, Convivencia Radical, Ediciones Kairós, Buenos Aires, 2007, pp.5-11
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Let 24,000 People Die Today. Amen.
Let 24,000 People Die Today. Amen.
"Amen. (the titled includes the full-stop) tells the story of SS Lieutenant Kurt Gerstein, a real historical character who was both a true Christian and a member of Himmler's 'Death's Head' order. Though a Protestant, he was a tool of the murderous regime of Adolf Hitler. To a certain extent.
What Gerstein did not initially know was that his invention, which was originally used to maintain the health of Waffen-SS soldiers, was also being used to create Zyklon-B, the gas used to mass-murder millions of Jews, Gypsies and other 'sub-humans' in Auschwitz, Treblinka and other extermination camps. As a Protestant, Gerstein was quite appalled by how his creation was being used, and his conscience would not let him allow this to continue.
In the film he uses various ways, including the deceitful use of his position as transportations supervisor for the chemical, to make sure that shipment after shipment of Zyklon-B are never used. Gerstein also pushes his pastor and other Protestants to get German Protestant clergy as a whole to condemn this action. Of course, any student of Nazi Germany would know that most Protestant churches were too busy praising Hitler as the savior of Germany from economic depression. Most had already become part of the Nazi-endorsed German Christian church, save for a few pastors like Martin Niemoller, Karl Barth and Dietrich Bonhoeffer. (Incidentally, the actor who played Gerstein, Ulrich Tukur, also played Bonhoeffer in Bonhoeffer: Agent of Grace). Needless to say, Gerstein's plea fell on deaf ears with the Protestants around him. Or at least that's how it goes in the film.
But in Amen. Gerstein is not alone in his plight to make the horror that the Nazis are trying to hide known to the world. He is not the only main character in this movie. A Catholic priest happens to hear Gerstein's plea to the Bishop, and joins him in his cause. To death. While Gerstein continues to try to convince his fellow Protestant that his cause is just and worthy, Riccardo, the priest, uses his connections to ask the ranks of the the Catholic church, even the Pope, to condemn Nazi Germany's murder of millions. But again, any historian of the era knows that Pope Pius XII remained silent about the mass murders committed by the Third Reich. Why?
Here comes the true start of my explanation. Bear with me.
The answer Riccardo keeps on getting as he tirelessly campaigns before the cardinals of Rome, the Pope and even the American ambassador is that he should be patient. Yes, the old men in the safety of their palatial religious bastion keep telling him that he does not know the art of diplomacy, and that success is made of patience. And at that very moment thousands of Jews are being deported to the factories of death!
I see a few parallels here with what is happening today. When Gerstein appeals to the Catholic bishop of Berlin, the clergyman initially refuses to see him, ironically saying that it would not be appropriate for him to be associating with an SS officer. And Gerstein is there to give the bishop evidence of the Holocaust! Similarly, a lot of Christians today refuse to associate with 'worldly' people, maybe just because they swear, go clubbing or are living together outside marriage. And these people are the very people that can help us make the difference in our communities! They are the ones with the skills, knowledge, contacts and experience to help us do real life-changing stuff in people's lives! I'm not saying that everything that they are doing can be justified by the fact that they can help us do our kingdom-work. I'm just saying that we should leave the judging to God and accept those people with love. In fact, by doing this and working with them we are showing them Christ's love and even Christ!
Another parallel is the self-righteous advice given by the Catholic bigwigs to Riccardo. (Before I move on, let me make it clear that I am NOT anti-Catholic. I went to a Catholic school and I love Catholics!). They tell him that patience is a virtue essential to victory, but I cannot help but empathize with Riccardo's furious response that while they are saying those words thousands of Jews are being gassed and burned to death. Those people simply cannot wait and be patient. In this case patience is something that humanity itself cannot afford. This self-justifying apathy can also be seen today in the actions of the global Church.
In the six years of war that Germany waged, the Nazis killed six million Jews, as well as millions of other 'racially impure' people. Today, 15 million die each year from hunger and hunger-related diseases, six million of them under 5 years old. That's an average of 24,000 per day, 1,000 per hour and one every 3.6 seconds (http://www.elca.org/hunger/facts.html). A brother of mine once said that Christians 'conspire' to murder these 24,000 people everyday. How? By not caring. With apathy.
The world currently contains 6.3 billion people, but it can actually produce food for 7 billion, or two loaves of bread per person per day. The problem is not that there is not enough food to go around; it is that there is no even distribution of this food. Rich countries produce more food than the poor, and the logic of free market economy has no space for compassion. Poor countries are forced to buy food from the rich, and thus end up with ever-increasing piles of debt. It can be said that the rich are living off the poverty of the poor. And let's face it. Most prominent Christian communities live in the countries that are economically well-off.
Now I will be fair AND honest. Many Christians in developed countries -including so many Catholics!- are even at this moment campaigning tirelessly to help save as many of the dying poor as possible. Some are rich and others are less wealthy, but often they give up the luxuries and even the basic needs that they are used to for this cause. And they are heroes. But there are also too many Christians that cannot see beyond how they can be 'blessed' and see how they can keep the the dying millions alive with what they have been blessed with. Yes, I'm talking about YOU, prosperity theologians! You and your Benzes and condominiums and your televised parody of the true Gospel!
But I will be honest. If anyone were to admit that they have not heeded James' advice to put prayer into action regarding the poor (James 2:15-17), I would be the first to put my hand up. God knows how much money I've wasted this year when I could have kept so many people alive with that money. Those who know me would be able to tell how much I spend on my more expensive hobbies. And I grieve for my hypocrisy. In my weakness I am confused by what I should do and what I would do. And that is why, perhaps, I can start by signing up with Compassion Australia. Having explained this, I would also like to ask others who claim to follow the Man who was rich but became poor for our sakes to follow His example.
At the end of Amen. the priest Riccardo attaches the Star of David to his habit, much to everybody's horror, including the Pope's. The bishop cries blasphemy, just as Caiaphas did at Jesus' trial. Yet I think what Riccardo has done is follow his Lord's example; he becomes one of those who are persecuted so he can help them (Isaiah 53, Matthew 25:34-45, Hebrews 4:15). Like the bishop, there will be people who are too preoccupied with religious protocols, diplomacy and liturgy to understand what we are doing. But if we claim to be Christians -'little Christs'- we would do well to honor our claim. We should put people before profit, world hunger before wealth and sacrifice before success. We would do well to put our own version of the 'Star of David', or any symbol of suffering, on our proverbial breasts and care about the 24,000 strangers dying today, even to the point of death (Hebrews 13:3).
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Thursday, July 17, 2008
Arquitetura do Templo - III: Igreja-Lavanderia

A igreja-lavanderia tem um templo e uma lavanderia ao mesmo tempo. Em uma espécie de cooperativa, as pessoas do bairro podem vir, lavar e secar suas roupas, e conversar.
Uma série de mesas quadradas, redondas e sofás são dispostos perto das máquinas de secar e lavar. Tem uma área com brinquedos. Alguns brinquedos são para crianças, como estruturas para subir e descer. Outros brinquedos são para adultos como totó (pebolim/fla-flu).
A iMesa é uma mesa em que as pessoas podem escutar música. Através de uma mesa de som (switch board) embutida na mesa, as pessoas podem ouvir juntas seus iPods ou tocadores de MP3. Uma parede semi-transparente ou uma série de paredes pequenas com brechas entre si separam o local do balcão. O balcão é como uma LAN-house (cybercafé) com computadores ligados à Internet, além de ter revistas e jornais.
Pessoas podem doar roupas (antigas ou novas) para outras pessoas que necessitem.
Sugestões de temas para conversas pode ficar disponíveis junto com jornais e revistas. Frases soltas como "Jesus lava nossos pecados", "Jesus lavou os pés dos discípulos" ou "vocês andarão comigo vestidos de roupas brancas, pois merecem esta honra (Apocalipse 3.4)".
Wednesday, July 16, 2008
Um Dia Meu Pastor Também Chega Lá
Da Veja:
http://veja.abril.com.br/040707/p_086.shtml
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José Edward, de Campos do Jordão


Acima, uma das fachadas do refúgio do bispo: quatro andares, 35 cômodos e elevador panorâmico. Abaixo, o jardim inspirado no do Monte das Oliveiras, em Jerusalém
O bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, está construindo um paraíso na terra. Trata-se de uma casa de 2.000 metros quadrados, localizada em Campos do Jordão, o refúgio de inverno dos paulistas ricos. A casa, que deve ficar pronta dentro de dois meses, é avaliada em 6 milhões de reais. VEJA visitou os 35 cômodos do imóvel, distribuídos em quatro andares. Ao todo, são dezoito suítes, todas equipadas com banheiras de hidromassagem. A maior delas, a do bispo, tem 100 metros quadrados, sauna e uma banheira suficiente para seis pessoas. Por meio de uma escada de seu quarto, Macedo terá acesso a um mirante do qual se descortina uma vista aprazível da cidade. De lá, ele também poderá apreciar uma réplica do jardim do Monte das Oliveiras, em Jerusalém, onde Jesus Cristo foi preso pelo Sinédrio judaico. A casa conta, ainda, com adega, sala de cinema, quadra de squash e elevador panorâmico.
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"Pode adega, pastor?" (oh, you missed the point, my brother)
( palavra-chave: arquitetura )
Tuesday, July 15, 2008
Eu Acredito em Igreja Emergente
Em um espírito de diálogo, uso a oportunidade para explicar o que "emergente" não quer dizer.
Imaginei um médico falando assim "Eu não acredito em medicina preventiva. Eu acredito em saúde." Isto resume para mim o que ouço às vezes. São variações do tema "eu acho que a igreja deveria ser bíblica" ou então "acho que a igreja hoje deveria ser como a igreja primitiva". São realmente ideais nobres. São ideais que todos nós devemos cultivar. Mas cultivar com cuidado. Imagino também um outro médico dizendo "Eu não acredito em rótulos. Eu só acredito em saúde holística. Saúde é o que interessa, o resto não tem pressa." Esse médico então jogará no lixo a tabela mundial de classificação de doenças ICD-10 da Organização Mundial de Saúde. No final do primeiro dia de consultas, o médico terá escrito nas anotações de cada uma das suas 70 consultas a mesma frase: "paciente se queixa de problemas de saúde".
"Emergente" é um nome muito novo, especialmente quando falamos sobre Brasil e América Latina. O bom é que temos a oportunidade de moldar e participar dessa conversa, definindo o termo na prática. Quando pessoas escolherem utilizá-lo, gostaria que este nome fosse estimado, fazendo referência a um espaço livre, amplo, sadio, inclusivo e seguro para a troca de idéias. O nome "emergente" é muito bom. Penso que certas idéias erradas podem obscurecer o nome, no entanto. Inevitavelmente pessoas simplificam idéias. Certos termos têm o benefício de sintetizar ênfases e práticas. Todo termo novo é vulnerável, contudo. Penso que a melhor coisa que os evangélicos podem fazer é cultivar com cuidado novas expressões de comunidade. Nada seria melhor do que abrir espaços, estimular a experimentação. Nada melhor do que apoiar jovens (porque muitas vezes são jovens) com novas propostas. Nada melhor do que estar conscientes de que vinhos novos precisam de odres novos.
Deixe-me fazer três perguntas perniciosas sobre "ser bíblico". Vocês sabiam que a Bíblia proibe comer camarão? (Levíticos 11.10) Acho que esse texto não é tão famoso assim nas capitais litorâneas brasileiras. Sabiam que a Bíblia manda matar a pedradas adolescentes rebeldes em praça pública? (Deuteronômio 21.18-21) Vocês podem me indicar algum verso que fale sobre Jesus “entrando no coração” de alguém?
O problema é que temos que interpretar o que "ser bíblico" quer dizer. Nós sempre temos que interpretar a Bíblia. E depois (ou ao mesmo tempo) temos que praticá-la. Isto não é uma tarefa simples.
"Parafraseando Dale Martin, para ouvir o que a Bíblia diz, ponha-a cuidadosamente sobre a mesa e escute silenciosamente. Depois que um período suficiente de silêncio tiver passado talvez você se surpreenda de ela não falar; você tem que lê-la e interpretá-la." [1]
Por experiência, quando leio termos do tipo "a Bíblia diz" ou "está aqui claro na Bíblia" eu ponho o sinto de segurança hermenêutico. Isto porque algumas vezes uma certa interpretação, a saber, a do interlocutor, é tida como a única interpretação. E mais, como a única interpretação correta. E mais, invocando a autoridade Bíblica a pessoa corre o risco de encobrir, consciente ou inconscientemente, suas intenções revestindo-as com a capa bíblica.
Lamento informar, mas nós nunca seremos a igreja primitiva. Estamos em 2008 AD e não 33 AD. Nós não falamos Aramaico, nem Latim, nem Grego. Não esqueçamos também que a igreja primitiva teve vários problemas. Logo após Pentecostes em Atos 5 encontramos Ananias e Safira. Atos 6 começa com outra briga. Muitas outras partes do Novo Testamento gastam tinta tentando consertar problemas da igreja já no primeiro século. Não me interpretem mal: os Evangelhos e Atos 2 devem ser referência para a igreja atual. Mas passaram-se 2000 anos de história da igreja. Passaram-se 2000 anos da história do mundo. A nossa eclesiologia, sejá lá qual deva ser, se aplica no aqui e agora. Aprendemos com o passado, praticamos no presente, plantamos para o futuro. Por incrível que pareça, carregamos a tocha apostólica, e isto é uma responsabilidade.
Na minha opinião, uma pessoa dizer que "não acredita na igreja emergente" pode ser um indício de que a pessoa é emergente. Isto porque alguns emergentes também não usam o nome. A maioria, contudo, tem ciência e vê o termo "emergente" como algo bom. O termo "emergente" foi artificialmente criado por Karen Ward em 1999 ao criar o site EmergingChurch.org. O termo "igreja emergente" é aceito hoje internacionalmente como a designação de um movimento. Mesmo com o termo tendo sido criado artificialmente, é importante notar que as características e as circunstâncias das comunidades ditas emergentes vêm antes da designação. Isto é um dentre vários outros indicativos que "emergente" é por definição extremamente oposto a modismos. Algumas pessoas diziam há alguns anos atrás, por exemplo, que igrejas emergentes seriam tipos de igrejas que "vão vir" mas que ainda "não chegaram" (não sei se é profético ou não, mas isso me lembra as viagens de Derrida). Spencer Burke, que esteve em São Paulo em 2008, chegou a dizer em meados de 2005 que igrejas emergentes não existiam na época [2]. Spencer e outros viam a igreja emergente como algo nascendo, algo novo, ainda emergindo.
O fato é que a igreja sempre está emergindo. A igreja está constantemente se (re-)definindo queiramos ou não. E o contexto da igreja também está constantemente em fluxo. Simplesmente porque pessoas mudam.
Por (in)definição, não faz sentido ser moda ser emergente. Isto porque emergência está relacionada a ênfase em autenticidade. Na liturgia isto se traduzirá na participação de todos. No contexto histórico, as pessoas deixam de ser consumidoras (sentar no banco e ouvir) para serem participantes. "Emergentes" não querem ver cultos bonitos com PowerPoint e música da hora. Nem mesmo experiências alternativas com labirintos, velas e areia. Procuram tomar parte na formação de comunidades, seja lá o que isto queira dizer na comunidade em questão. Em outras palavras, comunidades emergentes não focam tanto nos cultos (nos encontros - tem aí alguém traumatizado com a palavra "encontro"?). Estão mais interessadas na formação da comunidade e no cotidiano.
Por (in)definição, não faz sentido dizer que esta ou aquela pessoa traz "fórmulas" emergentes. Sobre "fórmulas" não há nada mais avesso do que igrejas emergentes. O princípio da autenticidade sempre lembra que cada comunidade é única. Cada contexto é único. Cada cultura é única. Cada comunidade é convidada a aplicar princípios e práticas inatas. Mais de uma vez ouvi histórias em que pessoas quiseram criar comunidades. Ao pedirem dicas ou ao tentarem importar diretamente outras histórias de comunidades emergentes são aconselhadas a andarem por si mesmas. Em segundo lugar, por (in)definição, liderança na conversa emergente é repensada de forma inclusiva e não-hierárquica. Se não está claro para alguém, deixe-me dizer claramente: Brian McLaren não é o líder da igreja emergente. Igrejas emergentes lideram como corpo. Esta é uma das frustrações de pessoas com a igreja emergente: a falta de fórmulas. É muito fácil seguir regras ou receitas de bolo. É difícil discernir o que acontece ao nosso redor e tentar aplicar uma eclesiologia. O que "funcionou" para a comunidade X não "funcionou" para a comunidade Y. Em terceiro lugar, a conversa emergente no Brasil está começando da maneira certa: com a nossa cara. Não é e não deve ser enlatada. Não me surpreendo: o respeito ao outro permeia a conversa emergente. Por exemplo, considere o capítulo "Church Emerging" de Brian McLaren no livro "An Emergent Manifesto of Hope". McLaren primeiramente usa o termo "a igreja emergindo" deliberadamente em vez de "igreja emergente". Conclama as pessoas no Norte a debaterem menos epistemologia pós-moderna e praticarem mais o pós-colonialismo, promovendo justiça ao redor do mundo. Sobre o que Brian está falando? Sobre o Brasil. Sobre a América Latina. Sobre justiça. Sobre prática. Sobre estruturas de poder coercivas. Não é isto relevante para nós? Não é esta uma conversa que começa com a premissa de respeito entre pessoas de países diferentes? Isto para mim é o oposto de importar idéias. É um convite para sentarmos na mesa e conversarmos igualitariamente.
Um outra outra idéia errada comum é que os emergentes não crêem em nada. Tentei explicar a fonte deste erro comum no meu primeiro artigo citando Tony Jones [3]. Foi por isso que disse que a falta de crença era apenas aparente. Convido a todos a lerem o parágrafo no artigo original com mais cuidado. Talvez também ajude pensar um pouco de outra forma: os emergentes são grandes produtores de boa teologia. Entre excelentes teólogos e filósofos "emergentes" cito Tony Jones, Scot McKnight, Peter Rollins, John Caputo, Richard Kearney, Tom Sine, David Fitch, Michael Frost, Ryan Bolger, N.T. Wright, Miroslav Volf (alguns dos quais certamente transcendem a designação "emergente"). Sem falar em várias outras pessoas comuns que escrevem e blogam com excelentes conteúdos. (Isto sem citar outros pesos-pesados como René Padilla. E o que dizer até mesmo dos teólogos latino-americanos da Teologia da Libertação?) Com tanta produção com tanta qualidade, como poderíamos dizer que eles não afirmam nada? O que dizer sobre tudo o que Tony Jones e Scot McKight escrevem sobre soteriologia? O que dizer de Miroslav Volf que afirmou que às vezes pensa horas e horas antes de escrever uma frase? Quais os paralelos teológicos que podemos traçar entre sua visão sobre a violência na ex-Iugoslávia e o que experimentamos diariamente com a violência urbana no Brasil? Podemos comparar "o outro" em sociedades pluralistas como na América do Norte com "o outro" em sociedades de grandes diferenças sociais como a brasileira? É bem mais difícil estudar e tentar entender a teologia desses autores. Interpretar o contexto histórico desses autores, seus países de origem e aplicar ao contexto brasileiro não é pouco trabalho, mas é altamente recompensador. Me lembro de um depoimento na televisão de Porto Alegre no final dos anos 80 de um jovem sobre problemas mentais. Dizia ele que era muito mais fácil a família designar o ente como doente mental do que procurar entendê-lo. Era um escape fácil para a família não ter que lidar com problemas internos. É mais fácil e confortável lermos apenas autores com os quais concordamos. Eu me pergunto: como será a nossa fé edificada se virmos apenas repetições das coisas que já sabemos? Peter Rollins (se não me engano citando Derrida) diz que amor verdadeiro ama o que é impossível de amar. Em outras palavras, se só amamos o que conseguimos amar, que amor é este? Se só amamos quem nos ama, este amor é limitado. Isto não nos diferencia como cristãos. Até a máfia faz isso. [4] (Por um lado sinto ser um informático o autor desse texto. Gostaria que teólogos e estudantes de seminários brasileiros publicassem mais suas visões sobre a igreja brasileira e que interagissem mais no Orkut, em portais como o Renovatio Café e na blogsfera.) Meu conselho a todos genuinamente interessados no destino da igreja brasileira: leiam, pesquisem, escrevam, debatam, pratiquem, documentem. Não é preciso ter formação superior para fazer isto. (Não espere vir tudo mastigado para você. Não tente dar um jeitinho na teologia.)
Outra explicação sobre a aparente (e apenas aparente) falta de crenças talvez possa ser a incapacidade de classificar debates emergentes em categorias existentes. Seria como uma pessoa que não consegue classificar o outro como Arminiano ou Calvinista, e portanto chega à conclusão de que o outro é herege. Um exemplo deste ponto relativo à exegese é a segunda naïveté (segundo egoísmo) explicada por Peter Rollins. Rolins advoca uma leitura do texto chamada segunda naïveté em que o objetivo não é chegar a uma série de afirmações científicas, geográficas, históricas e metafísicas sobre a verdade do texto. A segunda naïveté não despreza o pensamento crítico, mas considera a Palavra como um recipiente que transborda um sentido que dá vida e que nos envolve colocando-nos dentro da narrativa, habitando com as personagens, conversando com elas, preenchendo as lacunas da história com nossa experiência e idéia. Desta forma o leitor suspende temporariamente debates acadêmicos para responder à fonte transformadora do próprio texto. [5]
Peter Rolins diz também que para ele "Deus não é uma idéia ou uma experiência. Quando Deus aparece, Deus muda a forma com que interagimos com tudo no mundo."
Idolatrarmos nossa própria crença traz o risco de nos tornarmos ríspidos com o outro. Me lembro de um comentário que li sobre "O grande inquisidor" na obra "Os Irmãos Karamazov" de Dostoiévski. Se passa na Sevilha do século XVI. Jesus aparece um belo dia entre as pessoas comuns fora da catedral em Sevilha, mais uma vez fazendo os cegos verem e os mortos ressuscitarem. O velho cardeal, que reconhece que esse personagem misterioso é na verdade Jesus, prende-o imediatamente. Visitando Jesus na sua cela da prisão naquela noite, o cardeal o pergunta por que ele voltou à Terra. O trabalho de Jesus já havia acabado e agora o poder já havia passado para o papa. Sua volta só poderia representar uma interferência. Por essa razão, o cardeal sentencia Jesus para ser queimado na fogueira na manhã seguinte, da mesma forma que ele havia queimado centenas de heréticos no dia anterior - com 'herético' significando qualquer um que interfere com o trabalho da igreja, incluindo Jesus.
Consideremos os fantasmas pós-modernos que ameaçam a ordem e a estabilidade. É uma pena que certos termos invoquem o medo do desconhecido. "Pós-modernismo" por exemplo é várias vezes mal empregado como indicação de tempos relativistas. "Desconstrução" por exemplo é várias vezes mal empregado como sinônimo de destruição. Caputo afirmará em seu livro "What Would Jesus Deconstruct? The Good News of Post-modernism for the Church" ("Em Seus Passos o que Desconstruiria Jesus? As Boas-notícias do Pós-modernismo Para a Igreja") que desconstrução é a hermenêutica do Reino de Deus.
"Na desconstrução, as coisas tremem pelo seu próprio impulso interno, por uma força que não lhes dará descanso, que continua se forçando para vir à tona, forçando-se para fora, tornando a coisa inquieta. A desconstrução gira em volta da idéia que as coisas contêm uma espécie de verdade que não pode ser contida, que contêm o que não conseguem conter. Ninguém precisa vir e "desconstruir" as coisas. As coisas se auto-desconstroem pelas tendências das próprias verdades internas. Na desconstrução, o "outro" é quem fala a verdade sobre o "próprio"; o outro é a verdade do próprio, a verdade que foi reprimida ou suprimida, omitida ou marginalizada, ou simplesmente assassinada, como o próprio Jesus." [6]
Caputo segue mostrando como Jesus foi um grande desconstrutor. Jesus vez após vez fica do lado dos mais fracos. Vez após vez vira tudo de cabeça para baixo fazendo dos últimos os primeiros e vice-versa. Continuamente inverte a importância colocando a criança no centro. Jesus reserva sua indignação para a hipocrisia e descarrega sua ira em figueiras, manadas de porcos e mesas de comércio. Quando falta vinho na cerimônia de casamento, em vez de fazer um sermão sobre o quanto o álcool definha os tecidos sociais, Jesus faz um milagre e produz mais vinho. Jesus "quebra a lei" curando no sábado. Ele sofre tudo em seu corpo, mas não tolera nenhum sofrimento no corpo dos outros.
Para os que acham que a desconstrução de Derrida só destrói, vejam como Caputo cita Derrida:
"Derrida disse uma vez que 'a desconstrução [...] não é negativa, mesmo que tenha sido várias vezes interpretada como tal apesar de todo tipo de avisos. Para mim, ela sempre acompanha uma exigência afirmativa, eu até mesmo diria que ela nunca prossegue sem amor' A desconstrução não dá nem um só passo sem amor; ela sempre segue ‘nos passos’ do amor, seguindo o chamado do amor. O que ela ama? O impossível, o indesconstrutível, o que vem, o evento. Desconstrução é afirmação, a afirmação do impossível, da vinda do evento. " [7]
Peter Rollins disse recentemente:
"Muitas pessoas falam sobre desconstrução assim: 'Bem, temos que desconstruir e depois que tivermos desconstruído, poderemos reconstruir'. Eu quero parar nesta hora e dizer 'Não. Nós nunca paramos de desconstruir. Desconstrução não é como demolir um edifício para que possamos limpar a área para construir algo novo. Desconstrução é como o calor que mantém nossas idéias fluidas e derretidas e móveis e dinâmicas'" [8]
Tony Jones escreve sobre o livro de Caputo: "Que este livro conclua de vez o debate: a filosofia pós-moderna não impede a verdadeira fé Cristã. Na verdade, feito de forma correta, o pós-modernismo leva não ao relativismo niilista mas a uma fé forte no Salvador, que teve ele mesmo uma forte inclinação desconstrutivista. Caputo é uma ovelha em pele de lobo".
Os dois últimos capítulos do livro são brilhantes. No capítulo 5 Caputo especula respostas à pergunta "Em Seus Passos o Que Desconstruiria Jesus?". Ele imagina Jesus na situação de desigualdades sociais internas nos Estados Unidos no estado de Alabama. Imagina Jesus falando sobre poder e violência, abordando a guerra no Iraque. Imagina o que faria Jesus sobre a situação da mulher na igreja de hoje. Imagina como Jesus se posicionaria nos temas de homossexualismo e aborto. O último capítulo comenta a belíssima história do padre John McNamee. O livro de McNamee se chama "Diary of a City Priest" ("Diário de um Padre Urbano"). O duro cenário da cidade de Filadélfia nos Estados Unidos me lembra a dura realidade de muitas cidades brasileiras. Seu livro é um relato ao longo de um ano de sua vida como padre. Diz Caputo que "[o livro] prossegue com uma 'desconstrução da igreja' simplesmente contando a verdade nua e crua do cotidiano na sua paróquia." [9]
Uma outra idéia que leio de vez em quando é a idéia de que a conversa emergente parece às vezes um papo-cabeça e que falta prática. Nessas horas me lembro de Mário Quintana:
"Livros não mudam o mundo,
Quem muda o mundo são as pessoas.
Os livros só mudam as pessoas."
De uma certa forma eu entendo de onde vem a frustração dessas pessoas. Essas pessoas geralmente estão cansadas do cristianismo teórico. Ou estão incomodadas pela discrepância entre a fé propagada pelas igrejas e o que (não) acontece de segunda a sexta-feira. São pessoas que têm o desejo de ver a fé traduzida na prática. E isso é excelente. Como disse Jesus, quem ouve suas palavras e não as põem em prática é como a pessoa sem juízo que construiu sua casa n a areia. Por outro lado, às vezes vejo pessoas impulsivas e impacientes dizendo algo do tipo "Pô, com tanta gente perdida, em vez de evangelizar ficam discutindo. Deveriam é sair e evangelizar". E aí reside um perigo: o de ter ações sem as intenções. Fazer por fazer sem entendimento e sem amor. Se não entendemos nossa fé, nossa fé vira algo irracional e, a longo prazo, irrelevante. O livro de Tiago nos dá a direção certa: devemos ter fé e ações ao mesmo tempo.
Entendo que em qualquer tipo de igreja fica fácil idolatrarmos o símbolo em vez do objeto. Esta suscetibilidade não é privilégio da igreja emergente. A conversa emergente, contudo, conta com a bênção da desconstrução para ajudá-la a evitar tal problema. Como disse Bonhoeffer:
"Aquele que ama seu sonho de comunidade mais que as pessoas na comunidade vão em última instância ser destruidores da (comunidade)." [10]
Que possamos orar como David Montealegre
“
Sálvame de no ver el dolor del otro y la otra.
Sálvame de no sentir el dolor del otro y la otra.
Sálvame de estar y no ser.
Sálveme de mi idea de ti.
Sálvame de creerte verdad en mi iglesia.
Sálvame de creerte definible.
Líbrame de no amar hasta el dolor.
“
[11]
- Gustavo K-fé Frederico
[1] "What Would Jesus Deconstruct? The Good News of Post-modernism for the Church", John Caputo, p. 94
[2] Emerging Churches: Creating Christian Community in Postmodern Cultures, Gibbs & Bolger, p. 42
[3] Igreja Emergente no Contexto Brasileiro, Gustavo Frederico, http://www.renovatiocafe.com/index.php/Artigos/Brasil/Igreja-Emergente-no-Contexto-Brasileiro.html
[4] The Nick and Josh Podcast, Junho de 2008
[5] The Fidelity of Betrayal: Towards a Church Beyond Belief, Peter Rollins, p. 46
[6] "What Would Jesus Deconstruct? The Good News of Post-modernism for the Church", Caputo p. 29
[7] "What Would Jesus Deconstruct? The Good News of Post-modernism for the Church", Caputo p. 78
[8] The Nick and Josh Podcast, Junho de 2008
[9] "What Would Jesus Deconstruct? The Good News of Post-modernism for the Church", Caputo p. 118
[10] Dietrich Bonhoeffer, Life Together (Harper, 1954), páginas 26,27
[11] Hacia Él, David Montealegre, Teologia Sin Nombre
http://teologiasinnombre.blogspot.com/2008/05/hacia-l_11.html

