Yesterday Rev Wilson Costa was preaching at the Igreja Presbiteriana do Lago Norte in Brasília, Brazil. I and my family have been attending the church whenever possible for over a year now. Rev Wilson Costa is currently the Executive Secretary of the Fraternidade Teológica Latinoamericana seção Brasil (aka FTL-B). The pastor of Igreja Presbiteriana do Lago Norte is Rev Carlos Veiga. He is the President of FTL-B. I don't need to summarize here what is FTL-B. There is plenty of documentation available about it. I would just like to highlight here how intimately related is FTL-B with Integral Missions (Missão Integral in Portuguese and Misión Integral in Spanish). FTL-B is, indeed, the forum of Integral Missions in Latin America.
Rev Wilson Costa preached yesterday about, well, Missions. It was a nice sermon. I liked it overall. (Despite the fact that it took about one hour. And despite another detail that I'll elaborate on below). He even read Matthew 25, for instance.
In the middle of the sermon Rev Wilson Costa told us a "joke". It went like this: a very poor woman was in dire need. It then went on the radio to ask for help. A Pai-de-santo - the name given to male priests of Afro-Brazilian religions - then wanted to play a prank on her. He gathered lots of supplies to give away to the woman. And he asked those who would deliver it to make sure they mentioned that the supplies were given by the Pai-de-santo. And so it went. When the woman received it, she was very glad, but did not ask who gave it to her. The helpers then asked if she didn't want to know who gave it to her. She then replied: "no, I don't quite want to know. I know that if God wanted to give it to me, even the Devil would obey".
To me the first problem with the story is the immediate association of the Pai-de-santo with the "Devil". The "Devil" or Satan for Brazilian evangelicals is the impersonation of everything evil. The association of the Afro-Brazilian religions with the "demonic" is close to xenophobia to me. Because it follows that the followers of these other religions are less-than-human. In more troubled times it may happen that basic human rights may be restricted to the followers of these other religions because of these views. Latin American history demonstrates that. This association is, therefore, disrespectful.
The reckless narration may be better understood in the context of the carelessness of Brazilian evangelicals with ecumenism, even those engaged with Integral Missions. If there were one "group" from which you would expect more proximity with other religious it would be from folks in Integral Missions. Padilla, for instance, wrote that "if church's mission is the mission of the Kingdom of God, then it must be at the same time evangelical and ecumenical" ( "O que é Missão Integral?", René Padilla. Editora Ultimato, 2009, ISBN 978-85-7779-031-9. page 132, free translation by Gustavo) Still, incidents like these are unwarranted and go almost unnoticed.
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Monday, September 27, 2010
Monday, June 14, 2010
Tuitões - consulta FTL-B - sobre a fala do reverendo Guilhermino Cunha
A pior fala da consulta da FTL-B foi a do reverendo Guilhermino Cunha. A apresentação tentou mostrar como vivemos hoje em um caos total chamado de pós-modernismo decorrido da Liberté Égalité Fraternité da Revolução Francesa e que há uma grande conspiração para implantar um chip de RFID da Mondex na sua mão. Só faltou mostrar um gráfico mostrando que o aumento global da temperatura é inversamente proporcional ao número de piratas, demonstrando, assim, que a causa do aquecimento global é o declínio no número de piratas, conforme afirma a Religião do Monstro de Espagueti Voador. O abuso de imagens chocantes no PowerPoint ou tentaram manipular as emoções das pessoas ou demonstraram uma crença em uma surrealidade pra lá de Bagdá.
Friday, June 04, 2010
Tuitões - consulta FTL-B - para Ricardo Barbosa
Caro Ricardo Barbosa,
Não entendi o que o senhor falou. Apesar de estar muito familiarizado com ela, e
essa linguagem infelizmente não comunica mais quase nada para mim.
Não entendi o que o senhor falou. Apesar de estar muito familiarizado com ela, e
essa linguagem infelizmente não comunica mais quase nada para mim.
Tuitões - consulta FTL-B - para Samuel Scheffler
Samuel,
Gostei muito do que você falou. Não ouvi uma linguagem acadênica e complicada. Pelo contrário, vi refletidos na sua fala alguns de meus questionamentos. Achei interessante você apontar para a necessidade de pensarmos na Missão Integral na pós-modernidade. Achei interessante você apontar para a necessidade de diálogo com o secularismo. Curiosamente eu independentemente de você cheguei a conclusões semelhantes no meu artigo.
Às vezes tive a impressão de que você pré-assumiu alguns conceitos, contudo. Do jeito que você fala de "igreja local" parece que é algo já pré-estabelecido, dado pré-moldado. Não acho que é assim. Você falou da busca de "modelos". Eu particularmente tenho muito receio de falar de modelos, porque de repente começamos a falar de massificação, de reducionismos, de pacotes, de atalhos. Ou de "sucesso". Penso que a comunidade local tem que trilhar o seu caminho. Tem que criar seu próprio mapa. Muito frequentemente quando falamos de "igreja" vários conceitos pré-estabelecidos já vêm juntos. Sugiro repensar "igreja". Que tal começar com dois ou três reunidos no nome de Jesus? Não criemos categorias. Não assumamos nada. Sei que você entrou na rota de repensar eclesiologia. A tempo, eu li sobre uma referência de uma obra de René Padilla sobre uma (ou "a") eclesiologia da Missão Integral. Li sobre ela mas não a li (porque não sei onde conseguir)
Esse é meu problema: acho que na pós-modernidade não devemos tão rapidamente assumir e limitar nosso pensar por essas categorias. Pense que a "igreja" é um conceito derivado do estar junto ou estar-para. Sugiro também que leia isso.
Um grande abraço
Gostei muito do que você falou. Não ouvi uma linguagem acadênica e complicada. Pelo contrário, vi refletidos na sua fala alguns de meus questionamentos. Achei interessante você apontar para a necessidade de pensarmos na Missão Integral na pós-modernidade. Achei interessante você apontar para a necessidade de diálogo com o secularismo. Curiosamente eu independentemente de você cheguei a conclusões semelhantes no meu artigo.
Às vezes tive a impressão de que você pré-assumiu alguns conceitos, contudo. Do jeito que você fala de "igreja local" parece que é algo já pré-estabelecido, dado pré-moldado. Não acho que é assim. Você falou da busca de "modelos". Eu particularmente tenho muito receio de falar de modelos, porque de repente começamos a falar de massificação, de reducionismos, de pacotes, de atalhos. Ou de "sucesso". Penso que a comunidade local tem que trilhar o seu caminho. Tem que criar seu próprio mapa. Muito frequentemente quando falamos de "igreja" vários conceitos pré-estabelecidos já vêm juntos. Sugiro repensar "igreja". Que tal começar com dois ou três reunidos no nome de Jesus? Não criemos categorias. Não assumamos nada. Sei que você entrou na rota de repensar eclesiologia. A tempo, eu li sobre uma referência de uma obra de René Padilla sobre uma (ou "a") eclesiologia da Missão Integral. Li sobre ela mas não a li (porque não sei onde conseguir)
Esse é meu problema: acho que na pós-modernidade não devemos tão rapidamente assumir e limitar nosso pensar por essas categorias. Pense que a "igreja" é um conceito derivado do estar junto ou estar-para. Sugiro também que leia isso.
Um grande abraço
Tuitões - consulta FTL-B - para Odja Barros
Cara Odja,
Eu também sinto falta de maior presença feminina entre os evangélicos brasileiros. Gostei muito da sua linguagem. Gostei da sua abertura para o Outro diferente. Este outro chega como evento e bagunça nossa festa, mas a coisa fica muito melhor. Gosto desse ânimo. Seu otimismo soa autêntico e realista, o que é raro pra mim. Ententi que você sentiu falta de algumas coisas para fazermos uma teologia brasileira. (Note que acho que não deveríamos ir atrás de uma teologia brasileira, ou uma teologia da Missão Integral. Antes, deveríamos fazer teologias brasileiras e pronto. Se acontecer de ser Integral, excelente. Se for semi-desnatada, tudo bem também. Mas sempre várias teologias) Pois bem, pelo que entendi, para você falta na atual "teologia da Missão Integral" (ou talvez você quis dizer no legado histórico da Missão Integral) uma hermenêutica, uma metodologia, uma eclesiologia, e otras cositas más, e você está animando o pessoal a fazer teologia da Missão Integral. Buenas, dá a entender que falta tudo! De repente não basta se dizer evangélico: temos que redefinir a linguagem. Acho que o buraco é mais embaixo. Não acho que é por menos: falta tudo porque os evangélicos não conseguiram articular satisfatoriamente uma teologia brasileira ainda (uma ou duas ou três ou quatro...). Não faz mal pegar emprestado. Se a parte da teologia que você pega emprestado faz sentido, por que trocar 6 por meia-dúzia? Fique com ela.
Gosto do seu relato do seu ponto de vista pessoal. Felipe Fanuel também falou um vez que não consegue desvincular teologia da sua experiência pessoal. Eu valorizo essa teologia vivida. Isso pra mim é que é teologia com semântica!
Eu também sinto falta de maior presença feminina entre os evangélicos brasileiros. Gostei muito da sua linguagem. Gostei da sua abertura para o Outro diferente. Este outro chega como evento e bagunça nossa festa, mas a coisa fica muito melhor. Gosto desse ânimo. Seu otimismo soa autêntico e realista, o que é raro pra mim. Ententi que você sentiu falta de algumas coisas para fazermos uma teologia brasileira. (Note que acho que não deveríamos ir atrás de uma teologia brasileira, ou uma teologia da Missão Integral. Antes, deveríamos fazer teologias brasileiras e pronto. Se acontecer de ser Integral, excelente. Se for semi-desnatada, tudo bem também. Mas sempre várias teologias) Pois bem, pelo que entendi, para você falta na atual "teologia da Missão Integral" (ou talvez você quis dizer no legado histórico da Missão Integral) uma hermenêutica, uma metodologia, uma eclesiologia, e otras cositas más, e você está animando o pessoal a fazer teologia da Missão Integral. Buenas, dá a entender que falta tudo! De repente não basta se dizer evangélico: temos que redefinir a linguagem. Acho que o buraco é mais embaixo. Não acho que é por menos: falta tudo porque os evangélicos não conseguiram articular satisfatoriamente uma teologia brasileira ainda (uma ou duas ou três ou quatro...). Não faz mal pegar emprestado. Se a parte da teologia que você pega emprestado faz sentido, por que trocar 6 por meia-dúzia? Fique com ela.
Gosto do seu relato do seu ponto de vista pessoal. Felipe Fanuel também falou um vez que não consegue desvincular teologia da sua experiência pessoal. Eu valorizo essa teologia vivida. Isso pra mim é que é teologia com semântica!
Tuitões - consulta FTL-B - para Wellington Santos
Caro irmão Wellington Santos,
Muito prazer em conhecê-lo. Gostei muito de ouvi-lo, apesar de o irmão ter tido pouco tempo para falar. Acho que você está acertando na mosca no trabalho com a comunidade local. Penso que os 'eixos' de atuação são os melhores possíveis. Não vou lembrar de todos de cabeça, mas lembro-me das tradições afro, da cidadania, da teologia produzida pela comunidade como autores, ecumenismo e gênero. Continuem assim.
Muito prazer em conhecê-lo. Gostei muito de ouvi-lo, apesar de o irmão ter tido pouco tempo para falar. Acho que você está acertando na mosca no trabalho com a comunidade local. Penso que os 'eixos' de atuação são os melhores possíveis. Não vou lembrar de todos de cabeça, mas lembro-me das tradições afro, da cidadania, da teologia produzida pela comunidade como autores, ecumenismo e gênero. Continuem assim.
Thursday, June 03, 2010
Missão Integral e a Indefinição na Identidade Evangélica
Amigas e amigos,
Depois leiam meu artigo na revista digital Novos Diálogos:
Missão Integral e a Indefinição na Identidade Evangélica
Tuitões - consulta FTL-B - para Ronaldo Cavalcante
Caro reverendo Ronaldo Cavalcante,
Gostei da linguagem que utilisaste, embora eu tenha que pegar vosso texto e lê-lo mais calmamente. Acho que o senhor consegue ser mais acessível. Fiquei pensando se vossa proposta de releitura histórica, de 'resgate histórico' dos princípios de Lausanne seriam eficazes. Pelo que entendi de vossa fala, há mesmo uma crise de identidade entre os evangélicos. Conforme especulei também, parece que essa crise de identidade se arrastou para a missão integral. Contudo, não fiquei convencido de que uma revisão histórica, por mais abrangente e necessária que seja, seria suficiente por si mesma para este florecer da missão integral. Isto porque depois de tal revisão seria necessário repensar os conceitos evangelicais antes de traçar os caminhos futuros. E para tanto seriam necessárias reinterpretações episteme e ontológicas. Se não tem nada a ver deixa pra lá.
Gostei da linguagem que utilisaste, embora eu tenha que pegar vosso texto e lê-lo mais calmamente. Acho que o senhor consegue ser mais acessível. Fiquei pensando se vossa proposta de releitura histórica, de 'resgate histórico' dos princípios de Lausanne seriam eficazes. Pelo que entendi de vossa fala, há mesmo uma crise de identidade entre os evangélicos. Conforme especulei também, parece que essa crise de identidade se arrastou para a missão integral. Contudo, não fiquei convencido de que uma revisão histórica, por mais abrangente e necessária que seja, seria suficiente por si mesma para este florecer da missão integral. Isto porque depois de tal revisão seria necessário repensar os conceitos evangelicais antes de traçar os caminhos futuros. E para tanto seriam necessárias reinterpretações episteme e ontológicas. Se não tem nada a ver deixa pra lá.
Tuitões - consulta FTL-B - para Orivaldo Júnior
Gostei de ouvi-lo, sr Orivaldo. Fui encorajado de ouvir de seu exemplo de subir o morro. Como tive a oportunidade de comentar com o senhor, o Cristianismo não deveria ter a arrogância de se ver como o principal agente contribuidor de formação da cultura ocidental. Não esqueçamos do Islamismo e suas inúmeras contribuições para as Ciências Humanas e Exatas na Europa. E também não atribuamos assim tão rapidamente as glórias da cultura ocidental ao Cristianismo: essa correlação deve ser mais criteriosamente provada antes de ser assumida (conforme afirma a Religião do Monstro de Espaguete Voador, o aquecimento global é causado pelo declínio no número de piratas no mundo). Lembremos de Auschwitz sob as barbas de uma Europa cristã.
E permita-me lembrar que embora devamos fazer certamente uma crítica ao pensamento Cartesiano e à parte da Teologia que herda essas taxonomias platônicas, as melhores alternativas ao meu ver são novos mapas frágeis que incluem reconfigurações mais radicais além das taxonomias.
Fico um pouco preocupado com expressões como "dar as cartas", como se os evangélicos tivessem ainda uma agenda de tomada de poder, ou ainda reforçando o binômio Cristianismo - cultura-ocidental-vitoriosa. Provas: Bartolomé de las Casas.
E permita-me lembrar que embora devamos fazer certamente uma crítica ao pensamento Cartesiano e à parte da Teologia que herda essas taxonomias platônicas, as melhores alternativas ao meu ver são novos mapas frágeis que incluem reconfigurações mais radicais além das taxonomias.
Fico um pouco preocupado com expressões como "dar as cartas", como se os evangélicos tivessem ainda uma agenda de tomada de poder, ou ainda reforçando o binômio Cristianismo - cultura-ocidental-vitoriosa. Provas: Bartolomé de las Casas.
Consulta Nacional da FTL-B no Rio de Janeiro

A Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.


Wilson Costa

Carlinhos Veiga

Robinson Cavalcanti

Da esquerda para a direita: Clemir Fernandes, Ed René Kivitz, Robinson Cavalcanti e Robson Franco Guimarães

Pr Ed René Kivitz e eu


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